Espiritualizando



Fé Racional

"Em lugar da fé cega que anula a liberdade de pensar, ele diz: Não há fé inquebrantável senão aquela que pode olhar a razão face a face em todas as épocas da Humanidade. À fé é necessária uma base, e essa base é a inteligência perfeita daquilo que se deve crer; para crer não basta ver, é necessário, sobretudo, compreender. A fé cega não é mais deste século; ora, é precisamente o dogma da fé cega que faz hoje o maior número de incrédulos, porque ela quer se impor e exige a adição de uma das mais preciosas faculdades do homem: o raciocínio e o livre arbítrio." (O Evangelho Segundo o Espiritismo.)

Espiritualize-se...

Sábio é aquele que a tudo compreende e nada ignora. Deus não impôs aos ignorantes a obrigação de aprender, sem antes ter tomado dos que sabem o juramento de ensinar.

Nenhum mistério resiste à fragilidade da Luz. Conhecer a Umbanda é conhecer a simplicidade do Universo.



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quarta-feira, 8 de maio de 2013

Exu (O Guardião)



Exu é entidade de luz (em evolução) com profundo conhecimento das leis magísticas e de todos os caminhos e trilhas do Astral Inferior. Não tem nada a ver com as imagens vendidas nas casas de artigos religiosos, vermelhos, com chifrinhos e rabos... Exu não é o Diabo.

São os guardiões, são os espíritos responsáveis pela disciplina e pela ordem no ambiente. São trabalhadores que se fazem respeitar pelo caráter forte e pelas vibrações que emitem naturalmente. Eles se encontram em tarefa de auxílio. Conhecem profundamente certas regiões do submundo astral e são temidos pela sua rigidez e disciplina. Formam, por assim dizer, a nossa força de defesa, pois vocês não ignoram que lidamos, em um número imenso de vezes, com entidades perversas, espíritos de baixa vibração e verdadeiros marginais do mundo astral, que só reconhecem a força das vibrações elementares, de um magnetismo vigoroso, e personalidade forte que se impõem. Essa é a atividade dos guardiões.

Sem eles, talvez, as cidades estivessem à mercê de tropas de espíritos vândalos ou nossas atividades estivessem seriamente comprometidas. São respeitados e trabalham à sua maneira para auxiliar quanto possam. São temidos no submundo astral, porque se especializaram na manutenção da disciplina por várias e várias encarnações. Muitos do próprio culto confundem os Exus com outra classe de espíritos, que se manifestam à revelia em terreiros descompromissados com o bem.

Na Umbanda a caridade é Lei Maior, e esses espíritos, com aspectos mais bizarros que se manifestam em médiuns são, na verdade, outra classe de entidades, espíritos marginalizados por seu comportamento ante a vida, verdadeiros bandos de obsessores, de vadios, que vagam sem rumo nos subplanos astrais e que são, muitas vezes, utilizados por outras inteligências, servindo a propósitos menos dignos.

Além disso, encontram médiuns irresponsáveis que se sintonizam com seus propósitos inconfessáveis e passam a sugar as energias desses médiuns e de seus consulentes, exigindo "trabalhos", matanças de animais e outras formas de satisfazerem sua sede de energia vital. São conhecidos como os quiumbas, nos pântanos do astral. São maltas de espíritos delinquentes, à semelhança daqueles homens que atualmente são considerados na Terra como irrecuperáveis socialmente, merecendo que as hierarquias superiores tomem a decisão de expurgá-los do ambiente terrestre, quando da transformação que aguardamos neste milênio.

Os médiuns que se sintonizam com essa classe de espíritos desconhecem a sua verdadeira situação. Depois, existe igualmente um misticismo exagerado em muitos terreiros que se dizem umbandistas e se especializam em maldades de todas as espécies, vinganças e pequenos "trabalhos", que realizam em conluio com os quiumbas e que lhes comprometem as atividades e a tarefa mediúnica. São, na verdade, terreiros de Quimbanda, e não de Umbanda. Usam o nome da Umbanda como outros médiuns utilizam-se do nome de espíritas, sem o serem.

Os espíritos que chamamos de Exus são, na verdade, os guardiões, os atalaias do Plano Astral, que são confundidos com aqueles dos quais falei. São bondosos, disciplinados e confiáveis. Utilizam o rigor a que estão acostumados para impor respeito, mas são trabalhadores do BEM.

São eles os verdadeiros Exus da Umbanda, conhecidos como guardiões, nos subplanos astrais ou umbral. Verdadeiros defensores da ordem, da disciplina, formam a polícia do mundo astral, os responsáveis pela manutenção da segurança, evitando que outros espíritos descompromissados com o bem instalem a desordem, o caos, o mal. Têm experiência nessa área e se colocam a serviço do bem, mas são incompreendidos em sua missão e confundidos com demônios e com os quiumbas, os marginais do mundo astral. NÃO EXIGEM NEM ACEITAM "TRABALHOS", DESPACHOS OU OUTRAS COISAS RIDÍCULAS das quais médiuns irresponsáveis, dirigentes e pais de santo ignorantes se utilizam para obter o dinheiro de muitos incautos que lhes cruzam os caminhos. Isso é trabalho de Quimbanda, de magia negra. NADA TEM A VER COM A UMBANDA!" 

Por Robson Pinheiro

Fonte: Livro TAMBORES DE ANGOLA

segunda-feira, 25 de março de 2013

Trabalhos Encomendados e Promessas de Solução



"O que pensar desses anúncios vinculados em jornais ou panfletos distribuídos nas ruas que prometem a solução de nossos problemas amorosos, financeiros e de saúde? Eles funcionam mesmo? Trazem a solução tão desejada?

O primeiro (aspecto a ser analisado) refere-se ao desespero da pessoa que necessita ou deseja a solução. O segundo é ver envolvido o nome da Umbanda nessa questão.

Analisando o primeiro aspecto, podemos desmembrá-lo também em duas vertentes. A primeira diz respeito a compreensão da pessoa que por acreditar que seu problema não seja de seu merecimento ou “culpa”, busca no externo a solução do mesmo. Pessoas que buscam esse tipo de “atendimento” não têm menor noção de espiritualidade, de merecimento, e não estão nem um pouco preocupadas com as conseqüências que este tipo de envolvimento pode trazer, pois as desconhecem. Por acreditarem que o seu problema é conseqüência de ações de terceiros, desafiam o próprio Deus, dizendo-se não merecedoras do que estão passando.

Dentro de suas mentes obnubiladas pela dor e sofrimento, querem uma solução rápida, mágica, que as façam verem-se livres e felizes.

A segunda vertente diz respeito especificamente ao sentimento do solicitante. Muitos pedem que “a pessoa amada volte”. Ora, sabemos que quem ama realmente deseja somente o bem do ser amado, portanto não irá fazer um pedido desta natureza. Outras pessoas pedem que “fulano” perca o emprego, pois ele precisa trabalhar e o “fulano” está atrapalhando; ou então pedem pelo desencarne de “beltrano”. Francamente!

Mas, esses “trabalhos” funcionam?

Certamente que sim! Não para todos, mas para muitos ou alguns. Mas no fundo, no fundo, é imprescindível que haja absoluta harmonia entre o solicitante, o executante, a "vítima" e o astral inferior. Portanto obter o resultado desejado apenas confirma a absoluta sintonia entre essas quatro coisas.

Mas quem executa esses trabalhos em nível astral?

Espíritos que trabalham com forças trevosas, de baixo padrão vibratório e alta densidade perispiritual. Espíritos altamente ligados à matéria, ao mundo encarnado. Não são desprovidos de inteligência, muito pelo contrário, são desprovidos de luz, de esclarecimentos da verdade eterna, de amor. Espíritos que saudosos de seus tempos na terra ainda precisam se alimentar, fumar, beber, urinar, defecar, sentem-se encarnados ainda, sentem dor, prazer sexual, etc. E para satisfazerem as suas necessidades fisiológicas e outras intenções maléficas, reúnem-se em torno de encarnados que poderão, por similitude vibratória, atendê-los em seus desejos e aspirações.

Muitos se agregam aos médiuns que por sua invigilância, cedem lentamente a essas aspirações. Eles são ardilosos, chegam a fazerem-se passar por Exu, dando ao médium a impressão de estar sendo assistido pelo seu próprio Exu. Por isso é tão importante que o médium estude sempre e mantenha-se empenhado no caminho do bem e da caridade.

Dentro de sua ousadia, esses obsessores envolvem o médium dando-lhe “poderes” e sensações prazerosas em nível de terra. Atendem rapidamente as necessidades mais mundanas do médium e se apresentam como “solucionadores” de diversas questões. Mas ainda não é aí que começa a cobrança. O médium empolgado desvia-se ainda mais, começa a procurar lugares onde haja o mesmo tipo de afinidade vibratória, e tudo que estudou recebe outra conotação. Começa a atender pessoas em casa e se diz pai ou mãe no santo e a pedir, sugestionado pelos obsessores, os elementos que irão satisfazer as necessidades deles, e não vê nada de mal em cobrar também pelo trabalho que irá executar. Afinal ele também tem as suas próprias necessidades (jóias, carro novo, casa, etc), mas ter um emprego onde ganhe o seu sustento que é bom, nem pensar, pois não teria tempo para se dedicar com afinco ao serviço ao astral inferior (aliás uma das primeiras exigências dele).

A pessoa que foi pedir, poderá ou não receber a “graça”, ou seja, a solução tão desejada, mas certamente ela receberá algumas tantas companhias que turvarão ainda mais sua mente já tão conturbada e perturbada pela dor. Neste caso em especial, não receber a “graça” é que é a verdadeira graça, pois pode ser um sinal de que a pessoa não está tão envolvida assim com a espiritualidade inferior.

O segundo aspecto desta questão é quando envolvem o sagrado nome da Umbanda nestes trabalhos. A Umbanda não se presta a este tipo de coisa. Quem assim o diz está desviado de seu caminho. A Umbanda trabalha justamente para combater o astral inferior e não compactua com obsessor, mas o orienta e doutrina, ao contrário também do que muitos pensam. Portanto quem cobra por seus "serviços mediúnicos" e compactua com esses pensamentos desviados, não é umbandista, porque a Umbanda é a prática da caridade pela caridade, na busca da evolução.

No embate contra o astral inferior a primeira linha que é utilizada pela Umbanda é a linha de Exu e Pomba Gira, porque são as entidades determinadas pelo Astral Superior para esse trabalho em função de suas características vibratórias, sua enorme capacidade de manipulação energética e seu profundo conhecimento das armadilhas do astral inferior. Exu trabalha para ascender às hostes superiores, ou seja, para um dia vir a ser um Caboclo ou Preto Velho, portanto jamais irá se deixar seduzir por armadilhas que ele tão bem conhece. Além do mais, Exu trabalha sob as ordens de espíritos superiores que são os enviados de Orixá. Logo, por dedução simples e lógica não faz sentido a afirmação de que Exu faz tanto o mal quanto o bem, que não sabe diferenciar um do outro; isso significaria inocência, coisa que está longe de ser uma das características de Exu; além de significar que Exu seria um idiota, e não um espírito de luz, guardião e defensor.

Exu é passional?

Sim, Exu é passional, mas não é bobo e muito menos violenta o livre arbítrio de ninguém. Portanto, Exu não bate, não exige oferenda especial nenhuma, utiliza sim os elementos oferendados (padé e bebida alcoólica), única e exclusivamente para manipular as energias volatilizadas para a consecução dos objetivos propostos pelo Astral Superior, e o mesmo não propõe que o Exu beba através de seu médium, mas que manipule a essência dos elementos oferendados em favor dos seus comandados, estes sim mais apegados as necessidades terrenas.

Eis o motivo de Exu ser tão mal compreendido. Eis o motivo da Umbanda ser tão execrada. As pessoas leigas e os médiuns desprovidos de esclarecimento e orientação, deixam-se levar por exemplos pouco louváveis e acabam misturando as coisas.

O tempo que alguns médiuns perdem em querer aprender “fuxicos”, oferendas e agrados para os Orixás e etc, deveriam usar para elevarem o seu próprio padrão vibratório e se tornarem dignos de se dizerem umbandistas.

Mas nada acontece por acaso, pois todas as vezes que a Umbanda é atacada ela ressurge, tal qual fênix, das cinzas dos médiuns invigilantes, através da força dos que realmente amam a Umbanda."



Por Mãe Iassan Ayporê Pery

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Problemas com Demanda



Em novembro/2001 passei por um problema envolvendo "fofocas" com uma turma muito próxima a mim.

Uma moça, que era muito minha amiga, envolveu minha namorada num problema sem solução, pelo menos pra mim.

Depois que a história e muitas estórias vieram à tona, tive problemas com meu pai-de-santo (que soube resolver com muita habilidade), mas sobrou para mim e um grande amigo o alvo dessas estórias.

Perdi a namorada e ganhei alguns inimigos, mesmo sem querer.

Dentre os inimigos, apresentam-se duas pessoas que, sem conhecimento de qualquer outra pessoa do meu grupo de amigos, praticam a magia negra.

Como foram atacados e, pensando que eu e meu amigo fomos os responsáveis pelo "estrago", resolveram "testar" sua magia negra contra nós. O bombardeio foi grande. Sentíamos grandes e fortes energias negativas a toda hora. Negócios dando errado. Problemas de trânsito. Problemas com a família, etc, etc, etc...

Eis o dilema: como resolver a situação???

Trabalho com um Exú que é um grande amigo e um guia de extrema sapiência.

Num dos trabalhos em que tive a oportunidade de conversar de maneira muito franca com ele e explicar-lhe a história e de como fomos envolvidos neste problema, prostrei-me a ouví-lo com toda a paciência e humildade.

Na verdade, eu queria mesmo é atacar as pessoas que me atacavam, seguindo o velho ditado: "A melhor defesa é o ataque".

O Exú, com muita calma e grande sabedoria que lhe são características, explicou-me:

"Meu amigo e querido cavalo. Dói-me saber que estão lhe atacando, ainda mais sabendo que estas pessoas pouco sabem o que estão fazendo.

Mas a solução não está em atacar também. O grande segredo é manipular a energia que está sendo enviada. Retirar dela o que lhe pode ser produtivo e positivo.

Aprender a se defender sem machucar qualquer outra pessoa.

Lembre-se, querido amigo, que saber manipular a energia é o verdadeiro segredo da magia.

A magia está em cada átomo que existe neste universo e qualquer pessoa pode ter a capacidade de manipulá-la para o bem ou para o mal.

A magia reside dentro de cada um, basta que saibam como procurá-la. Num espaço muito pequeno pode existir energia suficiente para destruir ou salvar o mundo. Os seres humanos é que não a conhecem ainda e não poderão conhecê-la enquanto houver o mal habitando seu coração.

Louvado seja aquele que a manipula para o bem, visando a cura das doenças, a paz para os aflitos, a solução dos problemas do seu próximo, pois esta é a Lei Divina.

A melhor maneira de se defender é aproveitar esta energia para tentar tirar as pessoas que a enviaram da escuridão em que se encontram.

Seu primeiro passo, embora muito difícil para qualquer um, é o perdão incondicional. Você estará combatendo esta energia com a maior força que existe: o amor.

A cada vez que estas pessoas tentarem enviar nova energia negativa contra você, seu escudo de amor e perdão a refletirá e a Lei do Retorno cuidará do resto.

Tenha sempre em mente que não há mal que supere o amor, não há energia negativa que consiga romper sua barreira de boas intenções e ações e a verdade sempre prevalecerá, cedo ou tarde ela aparecerá, cedo ou tarde em vosso limitado conhecimento do universo, mas será sempre na hora certa."

O Exú me mostrou ainda que, manipulando a energia da maneira correta, primeiro e inevitavelmente, as pessoas que demandaram contra mim e meu amigo, seriam diretamente atacadas, fazendo parecer que o "trabalho de magia negra" fora muito mal feito.

É importante lembrar que existem espíritos de baixo nível que responderam às solicitações deste trabalho de magia negra, pois foram "alimentados" para isso.

O primeiro retorno que tive foi: numa segunda-feira, dia de trabalho num terreiro, um desses espíritos "pagos" para nos atacar pediu ajuda para o chefe dos trabalhos desta casa. Foi o primeiro a desistir do ataque e procurar o caminho da luz. Já conseguimos então a obter sucesso.

O segundo retorno: na mesma semana, as pessoas que nos atacaram pareciam muito perturbadas durante os trabalhos. Não conseguiam concentração nem a paz necessária para o bom andamento de seus trabalhos.

O terceiro: sem sequer pedir, o Exú da pessoa que estava me atacando, antes de "subir" veio conversar comigo, Exú este que nunca tinha me dirigido a palavra. Veio me falar que meus negócios agora teriam sucesso. E me deu a chance de lhe falar:

"Meu pai, a única coisa que está me impedindo é a falta da verdade! Só quero que seu cavalo saiba da verdade e que nesta história eu não tenho culpa e ainda estou sendo atacado, mas como o senhor sabe, não conseguiram me atingir e nunca conseguirão, pois sei que o senhor não está envolvido."

Depois de conversar com o Exú, nunca me senti tão leve e realizado, sabendo que ele sabe da verdade e que não participaria desta falcatrua.

O que me dói é saber que dentro de uma gira de Umbanda ou qualquer outro tipo de trabalho, onde vamos praticar o bem, existem alguns elementos praticando a magia negra e "testando" seus ínfimos poderes e conhecimentos contra um irmão!!! E ainda bem que foi contra um irmão!!! Pior se fosse contra uma pessoa que não conhece o poder da magia e indefesa!

Agradeço às pessoas que demandaram contra nós, pois nos deram a possibilidade de aprender um pouco sobre energia, suas origens, destinos e como manipulá-la. Deram-nos a possibilidade de aumentar nossos conhecimentos sobre o amor e sua impenetrável barreira contra o mal.

Agradeço, também, a estes 2 Exús que sempre olham por nós e por muitos.

Agradeço, principalmente, ao nosso Pai, cuja Lei do Retorno prevaleceu em prol do amor.

Laroyê Exú.

Exú é mojibá.

Fonte http://www.umbandacomamor.com.br/

Ouça os Pontos da Linha de Esquerda da Umbanda

A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho. Caboclo Índio Tupinambá.

Caboclo Índio Tupinambá

Caboclo Índio Tupinambá
"...Onde quer que Você esteja... meu Menino... Estarei Sempre com Você... Anauê!"

Luz Crística

Pense Nisso...

"Estudo, requer meditação. A meditação leva a conclusões. E as conclusões fazem com que as pessoas modifiquem os seus hábitos e suas atitudes" – Dr. Hermann (Espírito) por Altivo Pamphiro (Médium)

Obras Básicas da Doutrina Espírita - Pentateuco Espírita

O Livro dos Espíritos - Contendo os princípios da Doutrina Espírita sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da humanidade – segundo o ensinamento dos Espíritos superiores, através de diversos médiuns, recebidos e ordenados por Allan Kardec. O Livro dos Médiuns - Contendo os ensinamentos dos Espíritos sobre a teoria de todos os gêneros de manifestações, os meios de comunicação com o Mundo Invisível, o desenvolvimento da mediunidade, as dificuldades e os escolhos que se podem encontrar na prática do Espiritismo. Em continuação de "O Livro dos Espíritos" por Allan Kardec. O Evangelho segundo o Espiritismo - Com a explicação das máximas morais do Cristo em concordância com o Espiritismo e suas aplicações às diversas circunstâncias da vida por Allan Kardec. Fé inabalável só é a que pode encarar a razão, em todas as épocas da Humanidade. Fé raciocinada é o caminho para se entender e vivenciar o Cristo. O Céu e o Inferno - Exame comparado das doutrinas sobre a passagem da vida corporal à vida espiritual, sobre as penalidades e recompensas futuras, sobre os anjos e demônios, sobre as penas, etc., seguido de numerosos exemplos acerca da situação real da alma durante e depois da morte por Allan Kardec. "Por mim mesmo juro - disse o Senhor Deus - que não quero a morte do ímpio, senão que ele se converta, que deixe o mau caminho e que viva". (EZEQUIEL, 33:11). A Gênese - Os milagres e a predições segundo o Espiritismo por Allan Kardec. Na Doutrina Espírita há resultado do ensino coletivo e concordante dos Espíritos. A Ciência é chamada a constituir a Gênese de acordo com as leis da Natureza. Deus prova a sua grandeza e seu poder pela imutabilidade das suas leis e não pela ab-rogação delas. Para Deus, o passado e o futuro são o presente.
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