Espiritualizando



Fé Racional

"Em lugar da fé cega que anula a liberdade de pensar, ele diz: Não há fé inquebrantável senão aquela que pode olhar a razão face a face em todas as épocas da Humanidade. À fé é necessária uma base, e essa base é a inteligência perfeita daquilo que se deve crer; para crer não basta ver, é necessário, sobretudo, compreender. A fé cega não é mais deste século; ora, é precisamente o dogma da fé cega que faz hoje o maior número de incrédulos, porque ela quer se impor e exige a adição de uma das mais preciosas faculdades do homem: o raciocínio e o livre arbítrio." (O Evangelho Segundo o Espiritismo.)

Espiritualize-se...

Sábio é aquele que a tudo compreende e nada ignora. Deus não impôs aos ignorantes a obrigação de aprender, sem antes ter tomado dos que sabem o juramento de ensinar.

Nenhum mistério resiste à fragilidade da Luz. Conhecer a Umbanda é conhecer a simplicidade do Universo.



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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Que Capeta é Esse?




Estes dias ouvi numa rádio um programa religioso de um outro segmento em que um "pastor" conversava com um ex-praticante de Magia Negativa. E os dois iam falando do diabo, falando do capeta, falando do tinhoso e dizendo que o Espiritismo, a Umbanda e o Candomblé servem ao capeta. O ex-mago negativo dizia que trabalhou com mãe menininha, que trabalhou com Chico Xavier, que foi Maçom, foi tudo e que tudo era magia negra. Que todos serviam ao dito cujo.

Eu poderia ficar com raiva, poderia querer processar, poderia querer briga com o tamanho dos absurdos que ouvi.

Mas é tamanha a ignorância, é tamanho o desconhecimento do que está falando, é tão ridículo fazer estas afirmações, que a gente deveria apenas ter dó e ter pena de gente que usa de tais palavras para denegrir as praticas religiosas alheias.


Então não quero mais briga, não quero mais passar raiva, não quero mais confronto quero apenas estar junto de meus irmãos trabalhando o conhecimento, a cultura e a informação que tornam tão ridículas estas afirmações.

Religião do capeta é aquele que precisa do capeta para sobreviver. O "capeta" é alguém contratado para manter vivas as religiões que vivem do exercício de combatê-lo. Elas pagam para o capeta assombrar seus fieis e terem o status de mandá-lo embora.

Religiões que criam o medo em seus fiéis só para poder vender a cura do que eles mesmos criaram.

Discursos teológicos infernais que alimentam o preconceito a ignorância, o separativismo, o sectarismo, e principalmente o medo. Da mesma forma, pela mesma formula, alguns se sentem os heróis os destruidores do mal, os caça capeta por estarem dentro de um contexto em que o capeta é quem arregimenta seus fiéis. Se todos chegam com medo do capeta, então é o capeta que está a seu serviço lhe encaminhando fiéis.

Na Umbanda não temos o capeta, não lutamos contra o capeta e não usamos o capeta para arregimentar fiéis.

Como diria o saudoso Pai Francelino de Xapanã, que negócio é este? Que capeta é este que toda semana é expulso da Igreja e toda semana ele está de volta para ser expulso outra vez.

Que capeta é este?

Eu não sei!!!

Mas se ele existe seu nome deveria ser ignorância, ego, vaidade, cobiça, desamor e etc. Combater isso como um agente externo, pode funcionar de forma temporária.

Todos que estudam um pouquinho mais sobre o ser humano e sua psique sabem que lutar contra a sua sombra só faz ela crescer mais e mais.

Estão surgindo lideres religiosos com sombras gigantes, com sombras cada vez maiores, que exigem deles uma luta constante e ininterrupta. O que é muito desgastante, cansativo e que mais hora, menos hora acaba fugindo ao controle.

Lutar contra a sombra, cria uma dissociação do ser, tudo isso faz parte de nós e deve ser conhecido, assumindo a responsabilidade por nossos atos movidos por nosso amor ou por nosso desamor, por nosso saber ou por nossa ignorância, por nossa fé ou por nossa ilusão. Devemos conhecer nossa sombra e colocar luz acima de nossas trevas. Devemos nos conhecer e curar nossos desequilíbrios, medos e frustrações.

Colocar a culpa no capeta é fácil, no entanto trará muitos problemas para o futuro, pois todos que colocam a “culpa” de seus atos num agente externo estão perdendo a oportunidade de se conhecer e assumir as rédeas de sua vida.

Colocar a culpa em alguém tira de si mesmo a oportunidade única de assumir a responsabilidade por seus atos e distancia a oportunidade de perdoar a si mesmo e perdoar o outro. Por isso ilusão e fanatismo estão sempre de mãos dadas.

Todos que dão a um agente externo o poder de suas vidas estão combatendo a si mesmos eximindo-se da responsabilidade das escolhas que fez e faz na vida. Então tudo que é negativo se torna uma tentação e a única maneira de sobreviver é estar 24 horas em guerra consigo mesmo, a única saída é o fanatismo total. E quem está constantemente em guerra consigo mesmo não consegue perdoar de jeito nenhum quem vive em PAZ. Quem vive em guerra, quem está no inferno quer infernizar a vida de quem vive em PAZ. Então a forma de infernizar é tentar condenar ao inferno todos que não estão no mesmo inferno que eles.

Certa vez li um conto de duas crianças que se embriagaram na adega da família e uma criança embriagada gritava para a outra fazer silencio e assim era a forma delas terem silêncio, na sua embriagues, uma gritando com a outra, este era o seu silêncio. Assim é a paz e o reino dos ignorantes que passam os dias gritando o nome do senhor, expulsando o capeta e mandando embora uma parte de si mesmo que deveria ser conhecida. Estas religiões que vivem de expulsar o capeta devem sobreviver mais uma ou duas gerações. Pois você expulsa o capeta na igreja e ele pega você em casa, pode-se disfarçar e mentir para um pastor. Pode-se enganar uma comunidade, pode-se fingir ser santo para pessoas desconhecidas, mas é impossível fazer isso com seus filhos. A criança sabe se esta religião faz de seus pais pessoas melhores, mais amorosas ou não. E para a criança a única coisa que importa é se seus pais são ou não amorosos.

Haverá uma nova geração, dos filhos de pais que passaram seus dias expulsando o capeta e colocando a culpa de seus atos no diabo, vamos ver como vão crescer estas crianças e quais serão suas escolhas espirituais. Daqui a uns trinta anos veremos o futuro daqueles que lutam contra a própria sombra e tentam assombrar todos que não compartilham da mesma dissociação de identidade.

Por Alexandre Cumino

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Aqui Tem Uma Flor!




Certo dia, Buda reuniu todos os seus discípulos e simpatizantes para um discurso, isso era bem comum, o iluminado homem costumava dar longos discursos, passou a vida apresentando sua filosofia, andando por vários lugares onde as pessoas se amontoavam para ouvi-lo. Suas palavras eram avidamente esperadas pelos discípulos, sua argumentação era lúcida e direta sempre que necessário. Os momentos de discurso eram sempre momentos aguardados como encontros de reflexão em que Sidharta Gautama dava conhecimento e transmitia sabedoria a sua comunidade.

Mas, naquele dia, seria diferente. Estavam todos reunidos aguardando suas palavras, algo muito semelhante ao que fazia Jesus no monte das Oliveiras, então Buda chegou com uma flor na mão e não disse nenhuma palavra. Não era um encontro de meditação, era um encontro de palestra, de doutrina, de ensinamentos e aprendizado, então por que ele estava ali em silêncio com uma flor na mão? E assim permaneceu durante horas. Seus discípulos ficaram em desconforto, tentando imaginar: o que ele queria dizer com aquela flor? O silêncio muitas vezes faz as pessoas se sentirem constrangidas.

Buda tinha entre seus discípulos homens que já eram considerados mestres de outros homens antes de se tornarem seus discípulos. Homens de mente ágil, de raciocínio lógico e ágil e muitos deles, ao ver a flor, começaram a filosofar e racionalizar o que representava esta flor e quais palavras poderiam explicar a presença da flor. No entanto, houve um discípulo chamado Mahakasiapa que simplesmente sorriu e riu, o que deixou os outros discípulos mais constrangidos ainda. Sua risada era vista como uma falta de respeito pelos demais. Ao perceber isso, ele riu mais ainda, ele não precisava mais de discursos e argumentações, ele sabia que, por mais que se explique, ninguém entende o que não pode sentir. Para ele, era inclusive uma perda de tempo tanta filosofia, quando se poderia apenas sentar e compartilhar o que não pode ser dito.

E em meio ao silêncio e ao constrangimento, a única coisa que se ouvia eram as risadas de Mahakasiapa, ele não era um erudito, não era considerado um mestre, não era filósofo e nem um argumentador, pelo contrário, era um homem muito simples e rústico. Então Buda foi até ele e lhe entregou a flor dizendo: “Tudo que as palavras podem dizer, eu entreguei aos outros discípulos, o que as palavras não podem dizer, eu entrego a você!”. Acredita-se que assim nasceu o Zen Budismo, uma forma de iluminação repentina, uma transmissão especial, que está além das palavras, o que se alcança apenas por meio da meditação, do silêncio e da contemplação.

A Flor representa o amor que está além das palavras e representa a verdade última, sublime e divina, inalcançável pela razão humana, mas que pode ser sentida e transmitida de mestre a discípulo. Os grandes místicos se consideram amantes de Deus, embriagados do sagrado, são homens que preferem, sempre, silenciar diante do ignorante, ao saber que nada pode explicar o que apenas é possível sentir.

No dia 15 de Novembro de 1908, Zélio de Moraes foi levado a uma reunião espírita, onde estavam reunidos velhos senhores que seguiam o código de Kardec, a ciência dos espíritos, e antes mesmo de iniciar a sessão, Zélio de Moraes afirmou: “Aqui falta uma Flor”. Zélio vai ao lado de fora, busca uma flor e coloca na mesa, talvez a tenha colocado dentro de um copo de água, ou dentro de uma jarra. E mais uma vez, na história da humanidade, a flor cria desconforto e constrangimento. Assim como o amor cria desconforto a quem não o conhece, ou não tem a oportunidade de vivê-lo.

Enquanto a Ciência fala por meio da razão, da lógica e da filosofia, o amor fala por meio do sentimento, do canto e da poesia. Blaise Pascal diria que: “O amor tem razões que a própria razão desconhece”. O amor não necessita de argumentação, o amor é apenas para ser sentido. Por isso, não buscamos na Umbanda doutores ou filósofos entre nossos guias; buscamos o amor do caboclo, do preto-velho, da criança... e algo acontece quando estamos em sua presença, uma transmissão especial acontece, algo que realmente não temos como explicar por palavras, assim é a Umbanda. Por isso aqui não falta uma flor, que graças a Olorum, Zambi ou Tupã, foi trazida por Zélio de Moraes.

Por Alexandre Cumino

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Resguardo do Médium de Incorporação





Dentro do trabalho mediúnico o médium de incorporação, se desgasta em sua nobre missão de levar o bem a cura a caridade, o desgaste do médium é grande e sua recuperação é mais lenta do que parece.

Quando o médium de incorporação abre o caminho de seus guias para que eles utilizem o seu corpo como meio de levar suas palavras e seus conhecimentos aos consulentes, não só suas palavras são utilizadas, mas também muita de sua energia vital. Também quando uma entidade sobe ou deixa o corpo do médium seja lá por qual seja o termo que você esteja mais acostumado a utilizar também ficam energias que dever ser novamente equilibradas.

Para que o médium de incorporação possa efetuar o seu trabalho de forma plena e que consiga manter uma linha de comunicação única com seus guias é necessário que o mesmo tome alguns cuidados.

Jejum é Fundamental
No dia do trabalho mediúnico o médium de incorporação deve se manter o mais limpo possível, para tanto o mesmo deve fazer alguns jejuns são eles:

*Carne Vermelha
Evite ao máximo consumir carne vermelha antes dos trabalhos de incorporação o ideal é que se passe pelo menos 24 horas sem consumir carne vermelha.

*Jejum Sexual
O médium de incorporação tem a obrigação de não manter relação sexual pelo menos 24 horas antes dos trabalhos, o ideal seria manter essa prática por pelo menos 48 horas. Numa relação sexual as energias são misturadas e cada um dos seres envolvidos, tanto o homem quanto a mulher ficam com uma vibração diferenciada depois do ato sexual.

*Bebida Alcoólica
De uma forma em geral o médium de incorporação tem como missão não fazer a utilização de álcool de forma excessiva, o correto mesmo é que o médium de incorporação nunca consuma álcool, já que essa droga age sobre a energia vital da pessoa e ainda deixa um cheiro por mais de 24horas exalando pelos seus poros, esse cheiro atrai espíritos de outras vibrações o que sempre fará muito mal para o médium de modo geral, sendo assim o médium de incorporação deve estar pelo menos a 48h sem consumir nenhum tipo de bebida alcoólica.


*Esteja Descasado e Concentrado.
Fazer um trabalho de meditação e de concentração é fundamental, já que em alguns casos os trabalhos podem durar várias horas e quanto mais dura essa incorporação mais energia é despendida por parte do médium, se possível no dia do trabalho mediúnico durma por pelo menos uma hora a mais, o correto seria fazer este descanso 3 horas antes do início do trabalho. Após acordar fique pelo menos mais uns vinte minutos se concentrando e meditando, consiga o máximo de aproximação possível dos seus guias.

Preserve suas energias na véspera e antevéspera.

O médium de incorporação já sabe que de um modo geral não deve frequentar lugares de baixa vibração como bares, boates e locais não próprios para a espiritualidade, sendo isso uma regra esse cuidado deve ser redobrado nos dois dias anteriores ao trabalho mediúnico. Frequentar esses lugares além de trazer grande atrapalho para a sua vida de um modo em geral ainda ira atrapalhar todo o seu desenvolvimento mediúnico próximo de um dia trabalho.

Além desses cuidados é também de fundamental importância tantos outros que a grande maioria já conhece, mas o importante de tudo é saber que um médium não deve fazer trabalhos de incorporação sem um descanso mínimo de 48 horas isso o preserva e manter suas vibrações em dia.

Siga esses conselhos, pois ajudam muito e mesmo os médiuns mais experientes podem as vezes esquecer de alguns deles e isso pode refletir no seu trabalho. E se isso refletir no seu trabalho os maiores prejudicados serão os consulentes que confiam naquela determinada entidade, mas seu médium não faz a parte dele.

Pense Nisso!

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Luxo na Umbanda?




Luxo na Umbanda?

Necessidade espiritual ou vaidade do(s) médium(ns)?

Vamos refletir sobre:

"Necessidade x Vaidade x Humildade"

Não está acontecendo um exagero de vaidade na Umbanda (não da religião, mas dos adeptos)?

Entre muitos aspectos, podemos citar como exemplo a vestimenta e os paramentos: quando o médium tem uma entidade ou outra que usa um apetrecho de trabalho (um chapéu, um lenço, uma bengala ou mesmo outro elemento), nota-se que a necessidade desse material é do guia, ou seja, aquele espírito usa o chapéu, o lenço etc. para realizar seu trabalho, dentro do seu fundamento.

Mas, quando TODAS as entidades que trabalham com o mesmo médium, ou todas do mesmo terreiro (mesmo em médiuns diferentes) precisam se paramentar, não seria mais coisa do(s) médium(ns), na maioria das vezes semi-consciente(s), do que do(s) espírito(s) atuante(s)?

Na internet, revistas e jornais, podemos ver com facilidade, fotos em que o mesmo médium (ou todos do terreiro), quando incorporado(s) apresenta(m)-se da seguinte forma: o baiano está vestido de cangaceiro, os falangeiros de seu Zé Pelintra (“linha de malandros”), usa terno, bengala e chapéu, o boiadeiro parece um capataz ou um coronel fazendeiro, o caboclo se veste imitando um índio (já que o de modo geral, os artigos encontrados, como cocares, não são genuinamente indígenas, e muitos não têm nenhuma semelhança aos paramentos que eram utilizados pelos povos ancestrais de nosso continente, ou mesmo pelos índios atuais), o Ogum veste roupa de soldado romano e tem uma linda espada (se possível, cravejada de brilhantes), o erê (criança) traja roupas infantis (macacãozinho, vestidinho colorido etc), o cigano com vestes características do povo (e lógico, quanto mais colorido, melhor), o Exu usa capa, tridente e cartola, o marinheiro usa uma “farda” como se fosse um autêntico capitão da marinha americana, etc. Isso quando não resolvem por um “trono” no meio do terreiro, colocando a entidade numa posição de rei dentro da casa (já existem tronos especialmente confeccionados para Exus e que são vendidos aos “olhos da cara” nas casas de artigos religiosos).

O que vocês acham? Será que existem mesmo médiuns ou casas onde TODAS as Entidades atuantes precisam se paramentar?

Seria coincidência esses espíritos escolherem, todos ao mesmo tempo, esse médium ou essa casa, para se paramentar?

Isso não seria contrário ao principal lema da Umbanda: “HUMILDADE e SIMPLICIDADE”- tão ensinado pelos nossos sábios Pretos-Velhos?

A roupa branca (símbolo de igualdade), aos poucos estaria deixando de ser a FARDA dos soldados do exército do Pai Oxalá, já que até em dias de giras comuns estão usando roupas cada vez mais esplendorosas?

Será que festa de entidade ou Orixá precisa mesmo desse luxo todo, deixando, às vezes, um local sagrado como um templo umbandista mais parecido com uma ala de escola de samba, onde todo mundo fica "fantasiado"?

Esse colorido todo não facilita a indução à mistificação, ou no mínimo, ao animismo, já que o médium que gastou tanto dinheiro com toda essa parafernália, não vai querer deixar tudo aquilo guardado?

Ou será que os guias, que sempre foram exemplos de humildade e simplicidade, é que são (ou estão ficando) cada vez mais vaidosos (o que não acredito)?

Irmãos-de-fé, filhos da nossa amada Umbanda: apesar do respeito às diferenças, certas questões poderiam e deveriam ser melhor estudadas ou revistas pelos seguidores do Mestre Oxalá, afinal de contas, a Umbanda veio para dar espaço a todos os filhos do Pai Celestial, principalmente aos simples e humildes (encarnados e desencarnados), muitas vezes não aceitos em outros segmentos religiosos. Com toda essa parafernália utilizada atualmente, como os mais necessitados se encaixarão, já que muitos não podem comprar uma “roupa de Exu”, que muitas vezes, custa mais do que eles ganham por um mês de trabalho?

Lembremos que o brilho que devemos mostrar não é no luxo da vestimenta, ou seja, o lado externo, pois tudo isso é ilusório, já que roupa não tem força espiritual. O que realmente importa é a essência divina que existe em cada um de nós, filhos de Deus (encarnados e desencarnados). Esse brilho, que brota no âmago do ser é que deve ser mostrado e melhor ainda, doado, a todos aqueles que necessitam. Isso sim agrada ao Pai, aos orixás e seus Falangeiros de Luz.

Por Sandro da Costa Mattos






Isso é Umbanda... Temos em Nosso Amado Mestre Jesus o exemplo de Humildade, Caridade e Amor!



Umbanda é Roupa Branca e Pé no chão!



Ouça os Pontos da Linha de Esquerda da Umbanda

A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho. Caboclo Índio Tupinambá.

Caboclo Índio Tupinambá

Caboclo Índio Tupinambá
"...Onde quer que Você esteja... meu Menino... Estarei Sempre com Você... Anauê!"

Luz Crística

Pense Nisso...

"Estudo, requer meditação. A meditação leva a conclusões. E as conclusões fazem com que as pessoas modifiquem os seus hábitos e suas atitudes" – Dr. Hermann (Espírito) por Altivo Pamphiro (Médium)

Obras Básicas da Doutrina Espírita - Pentateuco Espírita

O Livro dos Espíritos - Contendo os princípios da Doutrina Espírita sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da humanidade – segundo o ensinamento dos Espíritos superiores, através de diversos médiuns, recebidos e ordenados por Allan Kardec. O Livro dos Médiuns - Contendo os ensinamentos dos Espíritos sobre a teoria de todos os gêneros de manifestações, os meios de comunicação com o Mundo Invisível, o desenvolvimento da mediunidade, as dificuldades e os escolhos que se podem encontrar na prática do Espiritismo. Em continuação de "O Livro dos Espíritos" por Allan Kardec. O Evangelho segundo o Espiritismo - Com a explicação das máximas morais do Cristo em concordância com o Espiritismo e suas aplicações às diversas circunstâncias da vida por Allan Kardec. Fé inabalável só é a que pode encarar a razão, em todas as épocas da Humanidade. Fé raciocinada é o caminho para se entender e vivenciar o Cristo. O Céu e o Inferno - Exame comparado das doutrinas sobre a passagem da vida corporal à vida espiritual, sobre as penalidades e recompensas futuras, sobre os anjos e demônios, sobre as penas, etc., seguido de numerosos exemplos acerca da situação real da alma durante e depois da morte por Allan Kardec. "Por mim mesmo juro - disse o Senhor Deus - que não quero a morte do ímpio, senão que ele se converta, que deixe o mau caminho e que viva". (EZEQUIEL, 33:11). A Gênese - Os milagres e a predições segundo o Espiritismo por Allan Kardec. Na Doutrina Espírita há resultado do ensino coletivo e concordante dos Espíritos. A Ciência é chamada a constituir a Gênese de acordo com as leis da Natureza. Deus prova a sua grandeza e seu poder pela imutabilidade das suas leis e não pela ab-rogação delas. Para Deus, o passado e o futuro são o presente.
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