Espiritualizando



Fé Racional

"Em lugar da fé cega que anula a liberdade de pensar, ele diz: Não há fé inquebrantável senão aquela que pode olhar a razão face a face em todas as épocas da Humanidade. À fé é necessária uma base, e essa base é a inteligência perfeita daquilo que se deve crer; para crer não basta ver, é necessário, sobretudo, compreender. A fé cega não é mais deste século; ora, é precisamente o dogma da fé cega que faz hoje o maior número de incrédulos, porque ela quer se impor e exige a adição de uma das mais preciosas faculdades do homem: o raciocínio e o livre arbítrio." (O Evangelho Segundo o Espiritismo.)

Espiritualize-se...

Sábio é aquele que a tudo compreende e nada ignora. Deus não impôs aos ignorantes a obrigação de aprender, sem antes ter tomado dos que sabem o juramento de ensinar.

Nenhum mistério resiste à fragilidade da Luz. Conhecer a Umbanda é conhecer a simplicidade do Universo.



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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Divino Farol


      Conta-se que um capitão, ainda bastante jovem, tinha acabado de se formar na Escola de Oficiais da Marinha e estava servindo num grande navio de guerra.
 
     Sua frota estava fazendo exercícios num arquipélago, em meio a milhares de ilhas. Eles já estavam chegando ao final do dia, o tempo estava péssimo, com névoa densa e a visibilidade muito ruim.
 
       Em certo momento, o vigia avisou ao comandante que havia uma luz piscando do lado direito. O comandante perguntou se a luz estava constante ou em movimento, e o vigia confirmou que a luz estava parada e num curso de colisão.
 
      O comandante mandou uma mensagem para o suposto navio informando que ele estava numa rota de colisão e que seria necessário mudar seu curso em vinte graus, imediatamente.
Recebeu a seguinte mensagem: É melhor vocês mudarem seu percurso imediatamente.
 
     O capitão pensou que a tripulação do outro navio não sabia quem ele era e transmitiu outra mensagem: Eu sou um capitão, por favor, mude seu percurso em vinte graus. Veio outra mensagem:
 
     Eu sou marinheiro de segunda classe, senhor, e estou alertando que é preciso mudar o curso do seu navio, senhor.
O comandante ficou enfurecido e enviou sua mensagem final: Estou no comando da mais importante nau da frota. Não podemos manobrar tão rápido. Mude seu curso imediatamente. Isto é uma ordem!
 
     Então, o comandante recebeu a mensagem final: Senhor, é impossível mudar nossa rota. Isto aqui é um farol. E eu, sou apenas o faroleiro.

                                     ===================================

        Ao longo da sua trajetória evolutiva, não foram poucas as vezes que homens, investidos de cargos importantes ou em posições de destaque, têm se deixado levar pela soberba e pela vaidade, a ponto de não perceber a realidade que os cerca.
 
       A história registrou inúmeras dessas situações, mas a mais célebre foi a ocorrida com Jesus.
 
       Quando o Mestre de Nazaré Se posicionou diante dos doutores da lei, dos poderosos, dos que se julgavam acima do bem e do mal, qual farol iluminando a noite escura dos corações, foi crucificado.
 
    Aqueles homens não admitiam que um simples carpinteiro, sem títulos nem riquezas materiais pudesse lhes indicar o rumo que deveriam seguir para evitar o naufrágio na escuridão das próprias trevas.
 
     Investidos dos poderes transitórios e das glórias terrenas, fecharam os olhos para a Grande Luz que veio à Terra para iluminar consciências e perfumar corações.
 
       Enceguecidos pelo brilho do ouro, desdenharam o maior tesouro já conferido à Humanidade.
 
      Pseudossábios, iludidos pela prepotência do falso saber, desprezaram Aquele que foi e continua sendo o maior sábio de que se tem notícias.
 
     Cegos pelo preconceito de raça, de casta e de religião, não aceitaram a orientação do Sublime Farol que veio a este mundo de misérias para conduzi-lo, como nau desorientada, ao porto seguro de um reinado diferente, que Ele próprio exemplificou.
 
     E, não obstante todas as resistências oferecidas pelos poderosos daquele tempo e por alguns da atualidade, o Divino Farol continua orientando todos os que, cansados de se debater na noite escura dos sofrimentos e nas tempestades geradas pela ignorância, desejam chegar a um porto seguro.
 
      E assim prosseguirá, até que todas as ovelhas do aprisco voltem ao Seu redil... Até o final dos tempos, conforme Ele mesmo afirmou.

 
                     ===================================
 

          Jesus é estrela de primeira grandeza.
 
     Fez-Se, na Terra, um humilde carpinteiro para Se achegar aos corações doridos daqueles que estavam dispostos a saciar a sede de esperança e seguir Seus passos luminosos.
 
       E, embora desprezado por muitos, continua sendo o Divino Farol a indicar o caminho que conduz ao Pai, através dos Seus luminosos ensinamentos.

 
          Redação do Momento Espírita

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

O UFC e o Espiritismo

     
    Dia desses assistia ao Globo Esporte quando escutei Galvão Bueno desesperado gritando: “Um, dois, três... ACABOU, ACABOU, ACABOU, É O BRASIL! O BRASIL É CAMPEÃO DO MUNDO!”

     Pensei: Mas o que será? Futebol não pode ser. Basquete e vôlei não são. Curioso, olhei para a tela. Qual não foi minha admiração quando vi que o desespero do Galvão era por causa da vitória brasileira no tal do MMA ou UFC, nova febre do esporte em que dois indivíduos trocam sopapos, chutes e cabeçadas. 

   Sai sangue pra todo lado e vence quem derruba seu oponente.

     Os gritos do Galvão me levaram a refletir:

     Como podemos apreciar um esporte tão brutal e violento como esse UFC?

  Mesmo depois de milênios, será que ainda nos comprazemos com as arenas romanas agora chamadas de octógonos?

    Por que há um mórbido prazer de assistirmos alguém estirado ao chão gemendo de dores?
 
      Qual a emoção que há numa coisa dessas?

     Dirão alguns que é apenas um esporte, mas vejo nisso uma versão diferente do que antigamente se chamava duelo.

     Allan Kardec abordou essa questão dos duelos com os sábios da Espiritualidade no capítulo Lei de Destruição e eles informaram que os duelos são crimes aos olhos de Deus.

       A grande realidade é que nossa existência na Terra não pode ser encarada como uma brincadeira. Sendo o corpo físico a máquina de manifestação do espírito na esfera corporal, é justo que lhe dediquemos os cuidados necessários.

     Obviamente que se nos dispusermos a levar pancadas, chutes e pontapés em todos os seus pontos não estaremos cuidando desse patrimônio que Deus nos concedeu para as nossas experiências educativas na esfera terrestre.

      Nada, nem a desculpa do esporte e do dinheiro que corre nessas lutas, justificam agressões ao corpo físico, esse santuário sagrado do espírito em romagem terrena.

   Regozijar-se com essas lutas sangrentas, esses verdadeiros duelos do século XXI, é alimentar-se do que há de mais brutal no mundo.

       Reflitamos sinceramente na utilidade de darmos ibope para programas e “esportes” com essas características.

     É injustificável como cristãos ainda nos demorarmos apreciando chutes, socos e pontapés, presenciando ao vivo e em cores duas criaturas matando-se como feras.

    Somos seres humanos, dotados da capacidade de raciocínio. Analisemos, pois, se existe algo que justifique voltarmos nossa atenção a esse famigerado “esporte”, admirando pessoas que ganham suas vidas arrancando sangue dos outros.

      Sem qualquer ranço de moralismo hipócrita, convido o leitor a refletir nas palavras de Galvão: “É CAMPEÃO! É CAMPEÃO!...” Mas campeão de que, se alguém está quase morto, estirado ao chão?

 
       Por Wellington Balbo   Jornal: O Clarim - Janeiro de 2012 - Casa Editora O Clarim

sábado, 14 de janeiro de 2012

Medium Consciente ou Inconsciente – Uma História

     
     Eu costumo contar uma história sempre sobre a mediunidade consciente e inconsciente, acredito que talvez você goste e entenda.

            VAMOS À HISTÓRIA:

         Você acaba de comprar um carro novo, mas ainda não sabe dirigi-lo em longas distâncias. Então você pede a alguém para dirigir seu carro novo, em sua primeira viagem. Ao lado do novo condutor, você não consegue dormir no banco do carona e não se dá ao luxo de nem um só cochilo, pois ainda não conhece a forma que o motorista conduz um carro, e você fica em alerta por preocupações a respeito de seu novo carro.

           Você faz um segundo convite ao motorista e lá vai você, apreensiva(o) com o motorista, pois mesmo ele tendo conduzido seu carro novo muito bem pela primeira vez, com toda  a certeza ele ainda não lhe provou que você pode confiar na condução de seu carro novo.

          Você começa a viajar muito com o motorista e depois de várias viagens , você  finalmente começa a ter confiança nele,  e começa a se dar ao luxo de tirar alguns pequenos cochilos durante a viagem. Quando acorda, percebe que aquele motorista é bom e mesmo em seus cochilos você já pode confiar no mesmo, pois quando desperta percebe que lá está ele conduzindo seu carro com perfeita harmonia e destreza, dedicando muito cuidado, tal como se fosse dele.

       Passa-se algum tempo e você já acostumado(a) com aquele motorista, tanto é assim que  você começa a dormir quase a viagem toda, mas dorme tranquilo(a) e sabe que a qualquer momento poderá acordar,  e lá estará o motorista conduzindo seu veiculo até melhor do que você faria se soubesse dirigir como ele.  Pois além de respeitar as Leis, ele também respeita muito seu carro, mas você ainda acorda algumas vezes durante a viagem e quando chega ao seu destino tem lembrança de todo o itinerário.

       Chega o momento no qual você confia totalmente no motorista, e sabe claramente como é a viagem e o trajeto por ele percorrido. Sabe ainda que poderá  descrever  tudo que aconteceu no percurso da citada  viagem , até mesmo dos buracos que ele desviou, mas aquela viagem não lhe diz mais respeito , nem mesmo o itinerário, pois você já roga ao motorista que nem mesmo fale dos detalhes daquela viagem ou ainda pede apenas para ele falar de algumas partes da mesma.

            Fim da História:

            Carro novo - seu corpo
            Motorista - Entidade


          Entenda que você pode não querer saber mesmo o que acontece na grande viagem, mas não quer dizer que você não possa saber ou interferir na viagem, até mesmo poderá pegar a direção em trechos que você conhece ou ainda indicar novos rumos para a viagem, onde você pode interferir em qualquer coisa dessa viagem, pois você é o (a) dono(a) do veículo e ele apenas o condutor, o motorista.  Mas tem que ter idéia que a viagem só será dignificante quando estão em harmonia carro + motorista + proprietário do carro, fora isso a viagem poderá desandar.

       Infelizmente por vergonha, medo ou ego, muitos preferem dizer que nada lembram, assim é mais fácil ter mais "clientes", talvez ao contrário de você e com toda certeza desse que lhe escreve, pois deixo publico e notório aos consulentes e médiuns que sou totalmente consciente e a maioria das Entidades com quem  trabalho avisam antes mesmo de atender alguém que sou um médium consciente, alguns entendem, outros não, alguns apenas deixam e vão para a Entidade ao lado, que não falam que seus médiuns são consciente, mas venho há vários anos fazendo isso e as Entidades que comigo trabalham também e não importo de haver muitos ou poucos consulentes para quem  as Entidades dêem consultas, e sim que ali estou para praticar a caridade e quando essas entidades que trabalho dão consultas com toda certeza o consulente volta, pois gostou do que ouviu e principalmente da verdade que foi dita pela Entidade, a qual  explica tudo que aqui expliquei e até mesmo com a história que Pai Benedito de Aruanda costuma contar sobre a mediunidade consciente ou não que aqui eu lhe repasso.

      Quanto a quem mente, com toda certeza estes terão um dia que pagar seus débitos, irão pagar o preço exigido pela espiritualidade. Posso ter também débitos a pagar, mas com toda certeza não cairei em descrédito ou em contradições tais como eles caem, e como sempre digo "cada um com seu cada um e vamos vivendo a Umbanda", com toda certeza teremos diversos comentários a respeito da inconsciência total, mas que eles estudem sobre a mesma e irão perceber que esta é uma mediunidade que traz riscos aos médiuns e principalmente porque são muitos poucos médiuns que realmente possuem esta mediunidade e ainda que este poderá estar recebendo um espírito obsessor e não uma Entidade de Luz e isso não é só na Umbanda não e sim na espiritualidade como um todo, ou seja, onde houver médiuns.


           Por Alex de Oxóssi

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Magos Negros


     Ninguem se iluda. Todos somos Luz e Sombra. Qualquer um pode, de acordo com circunstâncias propícias, viver toda uma vida de bondade, generosidade, desde que não seja desafiado em seus pontos fracos.

    Por outro lado, alguém com alto senso de Justiça e pensamentos humanísticos, pode passar provas das quais suas atitudes o mergulharão em um mundo de subversão e violência.

      Há aqueles que nada querem, nada pensam, passam pela vida como se estivessem dormindo, sem ousar nenhuma atitude em referência ao Bem ou o Mal. Estes, geralmente são deixados quietos, tanto por um lado quanto por outro. Ficam como em estado de latência, e um dia, mais cedo ou mais tarde, serão obrigados a sair da letargia.

     A filosofia milenar taoísta preconiza que o equilíbrio está no Yin e Yang, Sombra e Luz, e onde um termina começa o outro. Não é questão de evolução, e sim de ver com outras lentes. Está muito cristalizado dentro de todos, que fazendo coisas boas, se torna bonzinho, ninguém quer saber de ter sido mago negro. Todos acham que são reencarnação de reis, rainhas, santos, mártires e heróis. Haja herói para tanto espírito reencarnante…

     Em “A Gênese” , escrito por Allan Kardec, encontramos que “Tal qual ocorreu com a estrutura física da Terra, a evolução moral tem caminhado gradualmente, sem processos descontínuos”

   Já Emmanuel, no livro “O Consolador”, comunicou psicograficamente a Chico Xavier, que “dentre os mundos inferiores, a Terra pertence à categoria dos de expiações e provas, porque existe a predominância do mal sobre o bem. Aqui, o homem leva uma vida cheia de vicissitudes por ser ainda imperfeito, havendo para seus habitantes, mais momentos de infelicidades do que de alegrias”.

     Alguns dizem que os Magos Negros, são seres proscritos do Sistema Capela, onde seus habitantes altamente evoluídos, conduziram o planeta a um nível mais elevado, de regeneração e benesses. Isto foi há centenas de milhares de anos. Nosso planeta está chegando num momento assim atualmente. Os espíritos que eram recalcitrantes e não aceitaram a evolução, foram impedidos e reencarnar ali, sendo projetados para planetas menos evoluídos, alguns vieram parar no nosso planeta. Dotados de grande poder intelectual e mental, recusaram-se a tomar o corpo físico rudimentar dos habitantes da Terra daquelas longínquas eras, e se mantiveram na espiritualidade. Como fugir às Leis naturais têm um preço, “venderam” sua alma, preferindo, ao invés do caminho de evolução através das provas e reencarnações, o acumular poder à custa de outros, e em vez de subirem aos cumes da Luz, desceram aos abismos das trevas.


      Na realidade, qualquer que seja sua origem, os Magos Negros são como os vampiros das história de terror, que ficam na escuridão, sobrevivendo artificialmente a partir da captação de energia de outros, que lhe caem nas armadilhas. Neste momento, sua sociedade do mal está em estado caótico, pois para tudo tem um limite, e o planeta está na iminência de trocar seu “status” vibratório, e não irá mais comportar seres como estes. Da mesma forma, estão extenuados e suas energias estão em pane pela longevidade, não conseguem mais se manter ilusoriamente jovens , formosos e carismáticos. Se formos observar a Terra, há caldeirões de atrocidades o lado de atuações cada vez mais altruístas de seus habitantes. Inequivocamente estamos evoluindo, por mais que eles queiram nos manter na ilusão da Escuridão.

     Magos contra Magos. Muitos estão se reencontrando e passaram por tormentos sem fim para finalmente se elevarem como espíritos luminosos. Temos exemplos muito perto de nós, umbandista. Vamos conhecer as histórias dos pretos e pretas velhas, dos caboclos, do povo do Oriente e exus. Todos são exímios desmanchadores de magia negra, porque sabem do que se trata, conheceram e se redimiram com louvor. E é nessa água bendita onde navegam nossos guias, são nas histórias que eles nos trazem quando acalmamos nossas mentes para ouvi-los, que vamos encontrar as chaves, que nos fará também guerreiros do Bem, mantendo em equilíbrio a Luz e a Sombra. Deixando-a quieta e acorrentada a seus próprios degraus evolutivos. Não há porque ficarmos infinitamente nas mesmas expiações, nos mesmos erros e sofrimentos. Temos de mudar, como os guias mudaram, e seremos donos de nossos destinos, e Mago Negro algum, poderá enfim, lançar sua deletéria influência sobre nós. Mas o preço da liberdade sempre foi, e sempre será, a eterna vigilância, e podemos acrescentar a profunda Fé e confiança na Proteção Maior.


     Ultimamente, o escritor Robson Pinheiro tem dedicado quase a totalidade de seus livros a denunciar, esclarecer e combater a ação dos Magos Negros, ou dragões, como alguns chamam. Outros autores os têm citado, como no livro “Libertação”, ditado por André Luiz a Chico Xavier. Também outros como Rubens Saraceni., Roger Bottini Paranhos, Roger Feraudy.

     Vejamos algumas passagens de livros de Robson Pinheiro:

   1) “Entidades cuja vibração se afina a tais interesses egoístas estabelecem ligação mais intensa com seus médiuns, os magos negros, a fim de vampirizar suas energias. É comum observar, em casos assim, processos de simbiose espiritual. Os parceiros do conluio tenebroso passam a vibrar em conjunto, alimentando-se um do outro durante longos períodos, até que o elemento dor os desperte e coloque limites nos desregramentos e abusos cometidos”

Livro “Aruanda”

    2) …”— O que os magos negros pretendem com os espíritas e umbandistas, especificamente?

   — Como já infiltraram seus agentes e suas idéias escabrosas entre aqueles que se julgam os únicos representantes legítimos do Cordeiro, os líderes religiosos e fiéis tomados pelo fanatismo, agora pretendem investir em novo núcleo. Os chamados médiuns, os chefes de terreiro e os dirigentes espíritas oferecem solo fértil nos quais semear tais pesquisas, pois também trazem elementos ambíguos e espinhosos, que poderão ser enfocados pelos magos negros. Por exemplo, podemos citar o desejo de aparecer, a busca pelo aplauso e pelo reconhecimento público, ou ainda a vontade de sobrepujar o outro na destreza para lidar com as forças sutis da natureza, no exercício de um pretenso poder, outorgado pela própria megalomania e pela vaidade. Para alcançar êxito nessa etapa inicial de sedução, os magos apresentam às suas futuras cobaias propostas subjacentes, aumentando a importância desses fatores na mente das pessoas. A sede egocêntrica ganha relevo. Quando elas vislumbram a possibilidade de atingir os objetivos que almejam, então cedem voluntariamente à ação dos magos negros, que se disfarçam em mentores e mestres de reconhecida autoridade moral. Dessa forma, são conduzidas a esta cidade (abordando a estrutura encontrada no plano astral), onde se transformam em cobaias de experiências mentais e emocionais…” Livro “Legião – Um olhar sobre o reino das sombras”

      3)…”— Sabe, meus filhos, a compreensão do ser humano e da realidade que cria em torno de si é rica e elaborada, inclusive no que se refere às questões mais simples do seu cotidiano. Imagine quando levamos em conta seus dilemas e os conceitos esdrúxulos que advém de experiências dramáticas, vivenciadas nos dois planos de existência.

     — Sendo assim, no que concerne à fase fetichista e sobre esse estágio de aprendizado, é possível notar que os espíritos consorciados aos magos negros, já naquela época (Atlântida, Lemúria, Babilônia e Caldéia) bastante distante do conhecimento iniciático, efetivamente introduziram sacrifícios humanos e de animais em suas práticas. Visavam não apenas à condensação da força mental, mas também formavam campos magnéticos de baixíssima frequência, desprezando por completo o ensino espiritual. Davam início à magia negra mais primitiva e vulgar, que descambaria de vez, mais tarde, na chamada feitiçaria. Nesse conluio com as entidades das trevas, homens e espíritos desavisados se transformaram em instrumentos das forças do abismo. É um período que, cronologicamente, encontra seu ápice na Idade Média; felizmente, logo depois, é suplantado por idéias mais humanas e sadias, muito embora os efeitos de conchavos do gênero ainda perdurem nos dias atuais, em processos obsessivos gravíssimos. Livro “Legião – Um olhar sobre o reino das sombras”

      Para não nos estendermos muito, ainda Robson Pinheiro , no livro “Senhores da Escuridão”, mostra como Pai João de Aruanda destrói toda a empáfia e poderio do mago negro da região trevosa onde ele e os guardiões se encontravam. Transfigurando-se na verdadeira entidade de Luz que é, rapidamente colocou correr a criatura.


      Que me perdoem os espíritas, mas hoje em dia parece que os obsediados todos são considerados culpados de terríveis crimes. Porém, atualmente, ninguém está imune em algum momento de fiar sob o jugo das poderosas armadilhas que o submundo espiritual pode articular. Principalmente aqueles que mais estão em evidencia na luta contra as trevas, são os mais atacados. Temos que realmente nos revestirmos de Caridade e Amor e compreender que há mecanismo pelo qual só se livra com auxílio externo, e para isso aí estão as giras e os guias trabalham sem cessar.Vamos falar um pouco dos instrumentos tão bem manipulados pelos magos negros:

      FASCINAÇÃO

    A vítima não acredita que está sob efeito de qualquer força negativa, e assim fica muito difícil d reconhecê-la. 

     . Na verdade, algumas vezes, ela julga que é a única que não está obsedada, enquanto todos à sua volta estariam.

   O espírito obsessor vai se inserindo discretamente e ganhando espaço na vida do obsedado; como uma planta daninha, vai se enraizando, plantando desconfianças e medos, manias e desejos, até o ponto em que se instala definitivamente. A pessoa estará de tal forma envolvida que quase se forma uma simbiose psíquica que, caso se concretize, tornará ainda mais complexa a situação. Por vezes esta obsessão provoca a perda da razão, e mesmo à esquizofrenia.

      SUBJUGAÇÃO

    A vítima encarnada está sob domínio completo de uma força desencarnada. Quando esse tipo de obsessão ocorre, vemos a pessoa apática como se estivesse sonâmbula, tendo vontades que estão em desacordo com sua personalidade, e até afastando pessoas próximas que a critiquem ou que questionem suas “novas” atitudes.

     A sua cura exige uma mudança vibracional no obsedado, o que envolve uma grande disciplina moral e muito estudo, além do auxílio de entidades de Luz que transformem o obsessor, ou o removam dali até que ele também se recupere e regenere.

      AUTO-OBSESSÃO

     Os magos negros ainda podem induzir a pessoa, através de seus sentimentos de culpa e baixa auto estima a achar que jamais poderão receber a Luz Divina, e não encontram objetivo em nada. Em grande parte das vezes, infligem a si mesmos os mais diversos castigos e, mesmo quando recebem a ajuda de outros espíritos e das almas iluminadas, eles argumentam que seus crimes são imperdoáveis e anseiam por “castigos” que possam “purificá-los”. Vivem acreditando que são indignos de qualquer perdão, e se não forem auxiliados, podem chegar inclusive ao suicídio.

      A prática da magia negra é explicada, à luz da doutrina espírita pelo Livro dos Espíritos em suas questões 549 e 550, sob o título de “Pactos”, de 551 a 556, sob o de “Poder Oculto, Talismâs e Feiticeiros”, e 557 “Bençãos e Maldições”. Ali se ensina que as ações de espíritos voltados para o mal sobre as pessoas podem ser impedidas, caso a pessoa objeto dessas ações invocar, em sua proteção, a ação de espíritos voltados para o bem. Ensina, ainda, que para que uma pessoa tenha a ajuda de espíritos voltados para o bem, ela deverá manter-se em harmonia com eles, envolvendo-se, em todas as suas atividades e práticas, com pensamentos nobres e sempre procurando auxiliar aos necessitados.

     Alguns espíritas erram ao achar que é só querer que se livra da obsessão. O médium altamente treinado, consegue…mas a sofisticação das obsessões só faz crescer. Hoje em dia não existem mais obsessões simples. Em geral são complexas, agravadas pela instalação de aparelhos na região para-cervical (no corpo fluídico). Porém, as condições predisponentes são realmente dadas pela própria pessoa, que é ignorante ou ignora voluntariamente a Lei de Causa e Efeito, e usa seu arbítrio erroneamente, ou nem ao menos exercita durante a vida seu direito de escolhas. Geralmente não é quem erra muito quem mais fica sob o jugo dos magos negros, mas quem se deixa levar, quem não se esforça para evoluir, e não compreende que suas dificuldades, na verdade são lições que ainda precisam ser aprendidas, exercitadas, restauradas. Preferem o lugar de vítimas, ou seguem o “deixa a vida me levar” ao pé da letra, ou pior, fazem escambo com a escuridão em troca de benefícios próprios.

    Gostaria de enfatizar algumas palavras já conhecidas, mas que cabem muito bem neste contexto:

     “Por que, no mundo, tão amiúde, a influência dos maus sobrepuja a dos bons?
(questão 932 do Livro dos Espíritos)

        Responde o Espírito da Verdade: “Por fraqueza destes. Os maus são intrigantes e audaciosos, os bons são tímidos. Quando estes o quiserem, preponderarão.” 

      E termino com uma frase de Pai João de Aruanda no prefácio de “Sabedoria de Preto Velho”, psicografado por Robson Pinheiro : “União sem fusão… distinção sem separação.” Assim seremos Livres, seremos Fortes, seremos Unidos em todas as religiões, sem cair na mistificação e no Poder da Escuridão.

 
      Por Alex de Oxóssi

      FONTES CONSULTADAS:

    Kardec, Allan.- O Livro do Espíritos - Oliveira, Wanderley- Os Dragões – pelo espírito Maria Modesto Cravo. Ed. Dufaux Pinheiro, Robson- Aruanda- espírito Ângelo Inácio- pag.36 Editora Casa dos Espíritos Pinheiro, Robson- Legião - Um olhar sobre o reino das sombras. espírito Ângelo Inácio- pag.277 e 331- Editora Casa dos Espíritos Pinheiro, Robson – Sabedoria de Preto Velho- espírito Pai João de Aruanda- Introdução- Editora Casa dos Espíritos

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Alicerçando a Estrada - Por Pai Firmino do Congo

          
        Para bem exercer o compromisso com a Umbanda todo adepto deve se lembrar em primeiro que tudo de se exercitar na humildade. A humildade tão esquecida e que nada custa aos filhos.

          Que digo! Para o filho que está em alerta custa muito e o custo baseia-se no sentimento de poder viver com a consciência tranqüila por já ter entendido que todos são viajores de eras milenares em contínuo estágio evolutivo.

          Aportar no seio do Brasil tento essa Mãe Terra por abrigo é dádiva que nenhum filho deve desperdiçar.

          Para muitos já soaram os clarins convocando ao trabalho, outros ainda esperam o toque dessa convocação e outros há que passam alheios a tudo que acontece ao seu redor embora, a tecnologia esteja caminhando sempre a passos largos.

          Quantos não há que esperam receber os benefícios das Entidades que militam na Umbanda para só depois buscarem trabalhar em prol do seu semelhante. Quanto engano! Quanto tempo perdido! Quantas lágrimas muitos filhos já não poderiam ter enxugado!

      Está na hora de mudar conceitos pré-estabelecidos meus filhos! Pois o trabalho na querida Umbanda não é de escambo, mas, sim de parceria, de doação.

          Se nego veio num tá errado, há uma melodia cantada por todos suncês que assim diz: " Umbanda é paz, é amor, é um mundo cheio de luz, é força que nos dá vida e a grandeza nos conduz". Nego veio então pergunta meus fios: como ser grande sem ter aprendido a viver na simplicidade das pequenas coisas? Como ser grande sem aprender a ser humilde?

          A gota de orvalho faz sua parte no roseirá! E os filhos de Umbanda como estão alicerçando sua estrada?

          Oxalá abençoe suncês!

          Pai Firmino do Congo - Mensagem recebida em 01/09/06, por Mãe Luzia Nascimento - Dirigente do Centro Espiritualista Luz de Aruanda (Terreiro Filiado ao Centro Espiritualista Caboclo Pery)

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Dinheiro é a Fonte do Sofrimento Humano

     
     Somos educados para darmos enorme valor ao dinheiro. E isto é a fonte principal da maior parte das tristezas e angustias que temos na Terra. Passamos a maior parte do tempo aqui na Terra realizando atividades com o único objetivo de ganhar e acumular cada vez mais dinheiro. Parece que este é o único e principal objetivo de todos.
 
   Se você parar para refletir perceberá que tudo que precisamos para viver já nos foi ofertado gratuitamente pela Natureza. O homem infelizmente se apodera daquilo que não é dele, adiciona um preço e vende para quem puder comprar.
 
    Nós somos feitos para viver em comunidade. Um ser humano depende do outro para viver da mesma forma que uma abelha precisa da ajuda das milhares de outras abelhas que vivem dentro de uma colméia. Como uma abelha depende do trabalho da outra todas trabalham para a sobrevivência, conforto e felicidade de todas do grupo. 

     Todo o trabalho feito para o bem de todos é igualmente importante e valorizado.
 
     Mas nós humanos fizemos tudo errado.
 
    Colocamos preço em todas as coisas. Colocamos preço na água, na terra e até no tempo. Tudo tem seu preço, até as pessoas são precificadas. E o valor dado a cada coisa nem sempre é justo ou faz sentido. Muita gente reclama a Deus por não ter dinheiro, não ter emprego. Devemos lembrar que Deus não criou o dinheiro e nem o emprego. Trabalho é algo que existe para todos e quem deu preço a tudo foi o homem por sua livre vontade.
 
     Nascemos e morremos acreditando que o sistema criado pelo homem é o correto, o verdadeiro, o eterno. Vivemos mergulhados neste sistema onde o aceitamos como verdade. O sistema é falho e ruim. Muito do sofrimento existente na humanidade é graças a esta educação que damos aos nossos filhos de um ideal de felicidade criado por marketeiros e agencias de publicidade.

    

      Gosto muito desse pensamento:

     “Tem gente que é tão Pobre, mas tão Pobre... que só tem dinheiro.” 


     Pense Nisso...



terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Verdade Universal


Um homem tentando entender Deus é como um cego de nascença tentando entender o fogo. Para o cego faltam sentidos e referencias para compreender o fogo. Para o homem falta sentidos, referencias e inteligência para compreender a inteligência que arquitetou as leis físicas, químicas, biológicas, quânticas do universo.


Somos apenas um fragmento mínimo de matéria diante de todo universo, movidos por uma “energia inteligente” que alguns chamam de espírito, querendo compreender o todo. Somos uma gota de água querendo compreender o oceano. Somos como um microscópico verme intestinal tentando compreender a inteligência do nosso hospedeiro. Somos a mínima parte achando que podemos compreender o grande todo.


Infelizmente nos falta humildade para assumirmos como somos pequenos e medíocre, vivendo em um medíocre planetinha entre trilhões de estrelas de uma galáxia medíocre em relação aos 100 bilhões de galáxias que estimamos existir através da nossa pobre ciência.


A bíblia nada mais é do que uma tentativa de traduzir uma verdade suprema e elevadíssima para uma sociedade primitiva que viveu a 2000 anos atrás. Para se fazer compreender foi preciso baixar o nível, usar poesia, parábolas, historinhas de adão e eva que pudessem ser digeridas por nossa mentalidade limitada e cheia de defeitos e imperfeições. Infelizmente nem todos são capazes de “traduzir” a verdade escrita de forma simbólica. Hoje chega a ser piegas, ridículo e brega tudo que se lê na Bíblia e em qualquer escritura dita sagrada dos povos antigos. O problema esta em nós. Na nossa incapacidade de assumir somos pequenos e limitados seres incapazes de compreender o mecanismo movem o universo e a vida.


Deus não castiga ninguém. Nós é que não prestamos atenção na existência da lei universal de causa e efeito. Para tudo existe uma causa. E para toda causa existe um efeito. Seus atos geram conseqüências futuras. Atos negativos geram conseqüências negativas. Atos positivos geram conseqüências positivas.


Nada no universo desaparece. Os átomos que compõem seu corpo estão presentes na Terra e no Universo desde a sua formação. Um dia estes átomos retornaram a sua origem. Da mesma forma a energia que compõe a sua mente e sua inteligência não poderá desaparecer com sua morte. Ela continuará existindo por toda a eternidade.


E da mesma forma que todas as energias do universo buscam o equilíbrio, a estabilização e a perfeição, nossa energia mental ( nosso espírito ) continuará existindo por toda eternidade em busca do equilíbrio através da sabedoria. Para atingir a sabedoria precisamos vivenciar. De nada adiante o conhecimento puro sem a vivencia prática do conhecimento. E para isto que existe a vida, ou as vidas que iremos animar pela eternidade, não só no planeta Terra mas em outros sistemas com vida equivalente ao nosso nível evolutivo.
Temos o livre arbítrio. Fazemos nossas escolhas livremente e pagamos o preço pelas escolhas feitas. Todos nós temos liberdade de acreditarmos em um modelo de realidade.


Se o verdade universal fosse um ELEVANTE, a humanidade seria formada por grupos de cegos que em conjunto e através do tato tentam descobrir e descrever esse elefante para os demais. Dependendo da posição em que se encontra cada grupo de cegos o elefante se parece com uma coisa diferente.


Temos 2 grandes grupos tentando compreender este elefante que é a verdade universal.


Um é o grupo formado pelas ciências.


O outro é o grupo formado pelas religiões.


Todos falam da mesma coisa, só que de forma diferentes.


Ninguém tem a verdade absoluta pois todos possuem apenas um fragmento da verdade.


Somente com a união da humanidade, de todas as ciências e religiões que poderemos um dia montar o grande quebra cabeça que é a verdade universal, a inteligência que foi a causa de tudo que conhecemos.

Fonte: http://www.vidaemorte.org

A Fonte de todos os Vícios


“Se desejas servir Àquele que é de todos o Senhor e Mestre, continua vencendo a dificuldade maior que reside no teu íntimo – o egoísmo – alma do orgulho e seiva dos outros males”. – Joanna de Ângelis1

Violência, escândalos, corrupção, abusos de vária ordem, venalidades, desídias, materialismo, consumismo, estão onipresentes dentro e fora de nossas fronteiras, parecendo que a Humanidade caminha aos recuos em vez de avançar... Sem embargo, em que pesem todos esses deploráveis quadros de defecções e escarcéus, quando olhamos o conjunto pela janela do tempo, observamos que o homem se adianta e que já compreende melhor o que é mal e, consequentemente, dia a dia, vai reprimindo os abusos. Esta é a conclusão dos Amigos Espirituais, que também afirmam:2 “(...) Faz-se mister que o mal chegue ao excesso, para tornar compreensível a necessidade do bem e das reformas”.

Sendo a negação da caridade, o egoísmo é uma chaga que deve ser extirpada do planeta.

“Expulsai da Terra o egoísmo para que ela possa subir na escala dos mundos, porquanto já é tempo de a Humanidade envergar sua veste viril”, exorta Emmanuel3.

Todos os males existentes estão ancorados no egoísmo, daí a unanimidade entre os Benfeitores Espirituais em destacá-lo como o alvo contra o qual devemos assestar nossas armas.

Segundo os Maiores da Espiritualidade4 “o egoísmo é, de todas as imperfeições humanas, a mais difícil de ser desarraigada, tendo em vista que o homem está ainda muito próximo de sua origem, ou seja, caminhou pouco na senda evolutiva e o materialismo ainda o sufoca. O egoísmo, portanto, só começará a abrandar suas nefastas influências na medida em que a vida moral for predominando sobre a vida material”.

Nesse passo, o Espiritismo surge como a grande esperança de reversão desses quadros sociais deprimentes, resultados do egoísmo, já que ele bem compreendido e devidamente praticado, ameniza o sentimento de personalidade.

Numa nota da questão 917, de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec admite: “Louváveis esforços indubitavelmente se empregam para fazer que a Humanidade progrida. Os bons sentimentos são animados, estimulados e honrados mais do que em qualquer outra época. Entretanto, o egoísmo, verme roedor, continua a ser a chaga social. É um mal real, que se alastra por todo o mundo e do qual cada homem é mais ou menos vítima. Cumpre, pois, combatê-lo, como se combate uma enfermidade epidêmica. Para isso, deve-se proceder como procedem os médicos: Ir à origem do mal. Procurem-se em todas as partes do organismo social, da família aos povos, da choupana ao palácio, todas as causas, todas as influências que, ostensiva ou ocultamente, excitam, alimentam e desenvolvem o sentimento do egoísmo.

Conhecidas as causas, o remédio se apresentará por si mesmo. Só restará então destruí-las, senão totalmente, de uma só vez, ao menos parcialmente, e o veneno pouco a pouco será eliminado. Poderá ser longa a cura, porque numerosas são as causas, mas não é impossível. Contudo ela só se obterá se o mal for atacado em sua raiz, isto é, pela educação, não por essa educação que tende a fazer homens instruídos, mas pela que tende a fazer homens de bem. A educação, convenientemente entendida, constitui a chave do progresso moral. Quando se conhecer a arte de manejar os caracteres, como se conhece a de manejar as inteligências, conseguir-se-á corrigi-los, do mesmo modo que se aprumam plantas novas. Essa arte, porém, exige muito tato, muita experiência e profunda observação.

(...) Faça-se com o moral o que se faz com a inteligência e ver-se-á que, se há naturezas refratárias, muito maior do que se julga é o número das que apenas reclamam boa cultura para produzir bons frutos.

O homem deseja ser feliz e natural é o sentimento que dá origem a esse desejo. Por isso é que trabalha incessantemente para melhorar a sua posição na Terra, que pesquisa as causas de seus males, para remediá-los. Quando compreender bem que no egoísmo reside uma dessas causas, a que gera o orgulho, a ambição, a cupidez, a inveja, o ódio, o ciúme, que a cada momento o magoam, a que perturba todas as relações sociais, provoca as dissensões, aniquila a confiança, a que o obriga a se manter constantemente na defensiva contra o seu vizinho, enfim a que do amigo faz inimigo, ele compreenderá também que esse vício é incompatível com a sua felicidade e segurança. E quanto mais haja sofrido por efeito desse vício, mais sentirá a necessidade de combatê-lo. O seu próprio interesse a isso o induzirá.

O egoísmo é a fonte de todos os vícios, como a caridade o é de todas as virtudes. Destruir um e desenvolver a outra, tal deve ser o alvo de todos os esforços do homem, se quiser assegurar a sua felicidade tanto neste mundo quanto no futuro”.

1. FRANCO, Divaldo. Messe de amor. 4.ed. Salvador: LEAL, 1984, cap. 52, p. 143.

2. KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. 83.ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 2002, q. 784.

3. idem. O Evangelho Seg. o Espiritismo. 121.ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 2003, cap. XI, item 11, § 3º.

4. ibidem. O Livro dos Espíritos. 83.ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 2002, q. 917.


Por Rogerio Coelho

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

A Mais Bela Oração


E estando o Mestre sozinho, no recôndito da preceeis que chega um de seus discípulos e suplica-lhe:

Senhor, ensina-nos a orar...
Na face do Mestre a mais bela expressão,
A Sua alma antevia o bálsamo que postergaria aos irmãospor todos os tempos, ao corresponder a tão singelo pedido.
E em um breve momento,
Viu-se nos gemidos dos enfermos,
no soluçar dos desiludidos.
No desequilíbrio dos desesperados,
no debater-se dos ensandecidos.
No desamparo dos fracos,
na aflição dos perseguidos.
Na soberba dos orgulhosos,
na escravidão dos oprimidos.
Na inconsolação dos injustiçados,
na incredulidade dos ímpios.
Viu-se também na pureza do sorriso da criança,
na afetuosidade dos amigos.
Na serenidade da brisa mansa,
na mansidão dos pacíficos.
E de teus lábios ouviu-se a mais bela oração:

Pai Nosso que estais no céu,
santificado seja o vosso nome,
vem a nós o vosso reino,
seja feita a vossa vontade
assim na terra como no céu.
O pão nosso de cada dia nos daí hoje,
perdoai-nos as nossas ofensas,
assim como nós perdoamos
a quem nos tem ofendido,
não nos deixei cair em tentação
mas livrai-nos do mal.

Assim Seja...

Pedi e vos dará
Buscai e achareis
Batei e abrir-se á.

Pedi e se vos dará; buscai e achareis; batei à porta e se vos abrirá; porquanto, quem pede recebe e quem procura acha e, àquele que bata à porta, abrir-se-á. Qual o homem, dentre vós, que dá uma pedra ao filho que lhe pede pão? - Ou, se pedir um peixe, dar-lhe-á uma serpente? -Ora, se, sendo maus como sois, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, não é lógico que, com mais forte razão, vosso Pai que está nos céus dê os bens verdadeiros aos que lhos pedirem? (S. MATEUS, cap. VII, vv. 7 a 11.)

Do ponto de vista terreno, a máxima: Buscai e achareis é análoga a esta outra: Ajuda-te a ti mesmo, que o céu te ajudará. É o princípio da lei do trabalho e, por conseguinte, da lei do progresso, porquanto o progresso é filho do trabalho, visto que este põe em ação as forças da inteligência.

Na infância da Humanidade, o homem só aplica a inteligência à cata do alimento, dos meios de se preservar das intempéries e de se defender dos seus inimigos. Deus, porém, lhe deu, a mais do que outorgou ao animal, o desejo incessante do melhor, e é esse desejo que o impele à pesquisa dos meios de melhorar a sua posição, que o leva às descobertas, às invenções, ao aperfeiçoamento da Ciência, porquanto é a Ciência que lhe proporciona o que lhe falta. Pelas suas pesquisas, a inteligência se lhe engrandece, o moral se lhe depura. As necessidades do corpo sucedem as do espírito: depois do alimento material, precisa ele do alimento espiritual.

E assim que o homem passa da selvageria à civilização. Mas, bem pouca coisa é, imperceptível mesmo, em grande número deles, o progresso que cada um realiza individualmente no curso da vida. Como poderia então progredir a Humanidade, sem a preexistência e a reexistência da alma? Se as almas se fossem todos os dias, para não mais voltarem, a Humanidade se renovaria incessantemente com os elementos primitivos, tendo de fazer tudo, de aprender tudo. Não haveria, nesse caso, razão para que o homem se achasse hoje mais adiantado do que nas primeiras idades do mundo, uma vez que a cada nascimento todo o trabalho intelectual teria de recomeçar. Ao contrário, voltando com o progresso que já realizou e adquirindo de cada vez alguma coisa a mais, a alma passa gradualmente da barbárie à civilização material e desta à civilização moral. (Vede: cap. IV, nº 17.)

Se Deus houvesse isentado do trabalho do corpo o homem, seus membros se teriam atrofiado; se o houvesse isentado do trabalho da inteligência, seu espírito teria permanecido na infância, no estado de instinto animal. Por isso é que lhe fez do trabalho uma necessidade e lhe disse: Procura e acharás; trabalha e produzirás. Dessa maneira serás filho das tuas obras, terás delas o mérito e serás recompensado de acordo com o que hajas feito.

Em virtude desse princípio é que os Espíritos não acorrem a poupar o homem ao trabalho das pesquisas, trazendo-lhe, já feitas e prontas a ser utilizadas, descobertas e invenções, de modo a não ter ele mais do que tomar o que lhe ponham nas mãos, sem o incômodo, sequer, de abaixar-se para apanhar, nem mesmo o de pensar. Se assim fosse, o mais preguiçoso poderia enriquecer-se e o mais ignorante tornar-se sábio à custa de nada e ambos se atribuírem o mérito do que não fizeram. Não, os Espíritos não vêm isentar o homem da lei do trabalho: vêm unicamente mostrar-lhe a meta que lhe cumpre atingir e o caminho que a ela conduz, dizendo-lhe: Anda e chegarás. Toparás com pedras; olha e afasta-as tu mesmo. Nós te daremos a força necessária, se a quiseres empregar. (O Livro dos Médiuns, 2ª Parte, cap. XXVI, nº 291 e seguintes.)

Do ponto de vista moral, essas palavras de Jesus significam: Pedi a luz que vos clareie o caminho e ela vos será dada; pedi forças para resistirdes ao mal e as tereis; pedi a assistência dos bons Espíritos e eles virão acompanhar-vos e, como o anjo de Tobias, vos guiarão; pedi bons conselhos e eles não vos serão jamais recusados; batei à nossa porta e ela se vos abrirá; mas, pedi sinceramente, com fé, confiança e fervor; apresentai-vos com humildade e não com arrogância, sem o que sereis abandonados às vossas próprias forças e as quedas que derdes serão o castigo do vosso orgulho. Tal o sentido das palavras: buscai e achareis; batei e abrir-se-vos-á.

Conclusão:
Deus nos ajuda, na medida em que nos esforçamos na busca do que precisamos. Tudo concorrerá em nosso favor se trabalharmos com afinco, humildade, fé e confiança. Não há milagres: as grandes obras, conquistas e vitórias, são frutos, unicamente, do trabalho digno.

1 - O que Jesus nos ensinava, quando assim se referia?

Que devemos nos esforçar na busca do que necessitamos, uma vez que a ajuda de Deus ocorre para quem trabalha e se empenha na procura do desejado, usando da humildade, sinceridade, fé e confiança.

Tal é o sentido das palavras do Cristo: buscai e chareis; pedi e obterereis; batei e abrir-se-vos-á.

2 - Dessa forma, será mesmo necessário pedir a Deus o que necessitamos, uma vez que é pelo trabalho que se consegue as coisas?

Embora Deus saiba o que precisamos e nos auxilie sempre, a nossa ligação com Ele é necessária para que possamos agir com mais confiança e equilíbrio, garantindo-nos o sucesso do trabalho encetado.

O pedido a Deus é um ato de reverência e humildade, que se torna necessário em qualquer atividade nossa.

3 - E como é que o "céu" nos ajuda?

Deus nos ajuda ao permitir nosso progresso espiritual, que é a conseqüência natural na aplicação digna do nosso trabalho e, ainda, ao nos propiciar um bem estar interior, em face de havermos cumprido o nosso dever.

O homem que "ajuda a si mesmo" descobre mais rapidamente o alvo a atingir e, mais facilmente, o caminho que a ele conduz. Essa á uma forma de compensação do seu esforço.


Paz, Amor, Fé, Caridade... Saravá!

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Hoje é Dia de Reis - 06 de Janeiro - Os Três Reis Magos


Tendo, pois, Jesus nascido em Belém de Judá, no tempo do rei Herodes, eis que magos vieram do Oriente a Jerusalém.
Perguntaram eles: Onde está o Rei dos Judeus que acaba de nascer? Vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo...
E eis que, a estrela que tinham visto no Oriente, os foi precedendo até chegar sobre o lugar onde estava o menino e ali parou.
A aparição daquela estrela os encheu de profunda alegria. Entrando na casa encontraram o menino com Maria, sua mãe.
Prostrando-se diante dele o adoraram. Depois abrindo seus tesouros, ofereceram-lhe como presentes:
Ouro, Incenso e Mirra.
(Evangelho Segundo São Mateus 2:1-11)


 No dia 6 de janeiro comemora-se o Dia dos Reis Magos. A noite do dia 5 de janeiro e madrugada do dia 6 é conhecida como "Noite de Reis". Na tradição cristã, o dia 06 de janeiro representa o dia da visitação dos três Reis Magos do Oriente ao Menino Jesus, representando que o Cristo não vinha ao mundo apenas para o povo judeu, mas para todos os povos habitantes da Terra. A data também é chamada de Epifania (do grego: Ἐπιφάνεια: "a aparição; um fenômeno miraculoso"), pois marca a primeira manifestação de Jesus aos povos.

De acordo com a Bíblia, Jesus deu-se a conhecer a diferentes pessoas em diferentes momentos, mas a primeira Epifania propriamente dita é justamente a aparição aos magos do Oriente (como está relatado em Mateus 2, 1-12) e que é celebrada dia 6 de janeiro.

A chegada dos reis magos corroboraria a profecia contida no Salmo 72: "Todos os reis cairão diante dele". A comemoração do Dia de Reis surgiu no século VIII. 

Na época do nascimento de Jesus, mesmo os povos pagãos já tinham noticias de sua chegada e esperavam pelo Salvador. Deus os recompensou pela retidão com a maravilhosa Estrela, reconhecida pela sabedoria de suas mentes como o sinal a ser seguido, para orientação dos seus passos até onde se achava o Menino recém-nascido. 

Foram eles que mostraram ao mundo o cumprimento da profecia de séculos, chegando ao palácio do rei Herodes, de surpresa e perguntando “pelo Messias, o recém-nascido rei dos judeus”. "Sendo por divina advertência prevenidos em sonho a não voltarem à presença de Herodes, regressaram por outro caminho a sua terra" (Mt 2, 12). Nada mais as Escrituras dizem sobre essa história cheia de poesia, não havendo também quaisquer outros documentos históricos sobre eles. Mas, os magos não o temeram, prosseguiram sua busca e O encontraram. 

Como se pretendia dizer que representavam os reis de todo o mundo, representando as três raças humanas existentes, em idades diferentes, Melquior entregou-Lhe ouro em reconhecimento da realeza; Gaspar, incenso em reconhecimento da divindade; e Baltasar, mirra em reconhecimento da humanidade. 

Melchior ou Belchior partiu da região que hoje é a Europa (terra dos caldeus), levando ouro ao Messias, rei dos reis. O ouro simbolizava a nobreza e representava a realeza do menino Jesus.

O presente do rei Gaspar, que partiu da Índia, foi o incenso, como alusão ao caráter divino do menino Jesus. Ainda segundo a tradição cristã, o incenso simboliza a fé e a fumaça do incenso queimando nos templos representava as orações subindo a Deus.

O Rei Mago Baltazar saiu da África possivelmente do Reino de Sabá (terra misteriosa que seria o sul da Península Arábica, terra também conhecida pelos etíopes como Abissínia),  levando para o menino mirra, um presente comumente ofertado a profetas. A mirra é um arbusto do continente africano, onde é extraída uma resina para preparação de medicamentos. A palavra mirra significa "amargo" em hebraico, e para muitos remete ao sofrimento e morte que esperavam por Jesus. Para outros, representa a imortalidade de Cristo.

Quanto a seus nomes, Gaspar significa “Aquele que vai inspecionar”, Melquior quer dizer: “Meu Rei é Luz”, e Baltasar se traduz por “Deus manifesta o Rei”.

Estes presentes confirmam o caráter de Jesus - REI, SACERDOTE E PROFETA - como símbolo do reconhecimento que aquela criança pobre que acabara de nascer haveria de se tornar um grande líder mundial e o salvador do mundo. No ritual da Antigüidade, o OURO era o presente para um rei, o OLÍBANO (incenso) para um religioso representando a espiritualidade e a MIRRA para um profeta (a mirra era usada para embalsamar corpos e, simbolicamente, representava a imortalidade).

Santo Agostinho comentou a adoração dos reis Magos que vieram do Oriente: “Ó menino, a quem os astros se submetem! De quem é tamanha grandeza e glória de ter, perante seus próprios panos, Anjos que velam, reis que tremem e sábios que se ajoelham? Quem é este, que é tal e tanto? Admiro de olhar para panos e contemplar o céu; ardo de amor ao ver no presépio um mendigo que reina sobre os astros. Que a fé venha em nosso socorro, pois falha a razão natural”.

Desde 1164, os restos mortais dos três reis estão numa urna de ouro na catedral de Colônia, em Köln.

Os europeus são mais ligados a esta data do que os brasileiros, mas no interior do Brasil, principalmente no Norte e Nordeste, ainda encontramos comunidades que promovem o Reisado ou Festa da Folia de Reis. A festa envolve música, dança, celebração religiosa e orações. Aqueles que recebem a visita do Reisado (simbolismo que corresponde aos 3 reis magos em visita a Jesus) em suas casas devem oferecer graciosamente comida a seus integrantes, que realizam toda sua performance de tradição folclórica-religiosa local, enaltecem o hospitaleiro, agradecem pela comida e seguem para o próximo destino.

No dia de Reis os devotos fazem simpatias com a finalidade de atrair prosperidade. A romã é símbolo de abundância, de acordo tradição judaica, também representando a fertilidade, pois a fruta lembra um ovário e suas sementes, os óvulos.

Nos cultos de origem africana é dia de agradar o ODU OBARÁ MEJI (6), o odu da riqueza, regido por Xangô, Oxóssi, Ossanhe, Logun-Edé. Em alguns axés, louva-se o Orixá Ossanhe (em Angola, corresponde ao Inkise Catende; no Jeje, ao Vodun Agué).

Assim como a Estrela guiou os Reis Magos até Jesus, a fé deve nos levar até Ele todos os momentos da vida, para que esta tenha sentido. Que a Estrela da fé – assim como a Estrela de Belém guiou os 3 Reis Magos -  nos guie, a cada um de nós até nosso Amado Mestre Jesus, a Luz do Mundo, o Caminho, a Verdade e a Vida.
 


Autor: Lara Lannes - Equipe Genuína Umbanda
 
 
Os Três Reis Magos 

Montados em seus camelos, três reis atravessaram grandes desertos, desafiando o sol ardente, a sede e inúmeros outros perigos para chegarem à Judéia. O velho europeu Melchior, o jovem africano Gaspar e o asiático Baltazar haviam visto a Estrela de Belém brilhando no céu no dia 6 de janeiro, e guiados por ela, viajaram muito para saudar a chegada daquele que, segundo a profecia, seria o Rei dos Reis.

Após uma longa viagem, eles finalmente chegaram à gruta onde havia nascido Jesus. Emocionados, cada um deles se ajoelhou e ofereceu um presente. Balthasar saudou o menino com ouro, símbolo da realeza. Gaspar trouxe incenso, utilizado para louvar aos deuses. E Belquior ofereceu mirra, uma resina usada para perfumar e embalsamar. Assim, os Reis Magos homenagearam Jesus como rei (ouro), como deus (incenso) e como homem (mirra).

Curiosidade: Hoje, os Reis Magos representam os povos do mundo, de todas as raças: branca, negra e amarela. E é por causa da data em que viram a estrela de Belém brilhando no céu que desmontamos a árvore de Natal no dia 6 de janeiro, o Dia de Reis. 

Salve os Reis Magos de Deus. Salve o Nascimento de Jesus Cristo!

Ouça os Pontos da Linha de Esquerda da Umbanda

A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho. Caboclo Índio Tupinambá.

Caboclo Índio Tupinambá

Caboclo Índio Tupinambá
"...Onde quer que Você esteja... meu Menino... Estarei Sempre com Você... Anauê!"

Luz Crística

Pense Nisso...

"Estudo, requer meditação. A meditação leva a conclusões. E as conclusões fazem com que as pessoas modifiquem os seus hábitos e suas atitudes" – Dr. Hermann (Espírito) por Altivo Pamphiro (Médium)

Obras Básicas da Doutrina Espírita - Pentateuco Espírita

O Livro dos Espíritos - Contendo os princípios da Doutrina Espírita sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da humanidade – segundo o ensinamento dos Espíritos superiores, através de diversos médiuns, recebidos e ordenados por Allan Kardec. O Livro dos Médiuns - Contendo os ensinamentos dos Espíritos sobre a teoria de todos os gêneros de manifestações, os meios de comunicação com o Mundo Invisível, o desenvolvimento da mediunidade, as dificuldades e os escolhos que se podem encontrar na prática do Espiritismo. Em continuação de "O Livro dos Espíritos" por Allan Kardec. O Evangelho segundo o Espiritismo - Com a explicação das máximas morais do Cristo em concordância com o Espiritismo e suas aplicações às diversas circunstâncias da vida por Allan Kardec. Fé inabalável só é a que pode encarar a razão, em todas as épocas da Humanidade. Fé raciocinada é o caminho para se entender e vivenciar o Cristo. O Céu e o Inferno - Exame comparado das doutrinas sobre a passagem da vida corporal à vida espiritual, sobre as penalidades e recompensas futuras, sobre os anjos e demônios, sobre as penas, etc., seguido de numerosos exemplos acerca da situação real da alma durante e depois da morte por Allan Kardec. "Por mim mesmo juro - disse o Senhor Deus - que não quero a morte do ímpio, senão que ele se converta, que deixe o mau caminho e que viva". (EZEQUIEL, 33:11). A Gênese - Os milagres e a predições segundo o Espiritismo por Allan Kardec. Na Doutrina Espírita há resultado do ensino coletivo e concordante dos Espíritos. A Ciência é chamada a constituir a Gênese de acordo com as leis da Natureza. Deus prova a sua grandeza e seu poder pela imutabilidade das suas leis e não pela ab-rogação delas. Para Deus, o passado e o futuro são o presente.
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