Espiritualizando



Fé Racional

"Em lugar da fé cega que anula a liberdade de pensar, ele diz: Não há fé inquebrantável senão aquela que pode olhar a razão face a face em todas as épocas da Humanidade. À fé é necessária uma base, e essa base é a inteligência perfeita daquilo que se deve crer; para crer não basta ver, é necessário, sobretudo, compreender. A fé cega não é mais deste século; ora, é precisamente o dogma da fé cega que faz hoje o maior número de incrédulos, porque ela quer se impor e exige a adição de uma das mais preciosas faculdades do homem: o raciocínio e o livre arbítrio." (O Evangelho Segundo o Espiritismo.)

Espiritualize-se...

Sábio é aquele que a tudo compreende e nada ignora. Deus não impôs aos ignorantes a obrigação de aprender, sem antes ter tomado dos que sabem o juramento de ensinar.

Nenhum mistério resiste à fragilidade da Luz. Conhecer a Umbanda é conhecer a simplicidade do Universo.



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sábado, 25 de fevereiro de 2012

Os Três Macaquinhos - Pense Nisso!



Os Três Macacos Sábios, seus nomes são mizaru (o que cobre os olhos), kikazaru (o que tapa os ouvidos) e iwazaru (o que tapa a boca), que é traduzido como não ouça o mal, não fale o mal e não veja o mal. A palavra saru, em japonês, significa macaco e tem o mesmo som da terminação verbal zaru, que está ligado à negação. (Wikipédia) 


 A simbologia dos três macaquinhos para a vivência do novo sistema, na transição, purificação e julgamento final.

Mizaru – Não ver para não julgar e sofrer, mas ajudar a sair da purificação todos os que estarão resgatando os seus carmas, dívidas e débitos na transição final, usando o pensamento na luz. Todos os trabalhos realizados e concretizados serão conduzidos usando os ensinamentos, orientações, esclarecimentos, trabalhos divinos e cósmicos, símbolos e sinais que estão inseridos dentro do programa com o seu código.

Kikazaru – Não ouvir para não se perturbar, levando a mensagem para a razão e usando o mental para se negativar. Ouvir dentro de si a sua intuição, através da qual será dada e concedida a Revelação Divina para que possa seguir com disciplina e ordem, conscientizando a todos a não mais purificar e a entender, compreender e aceitar a verdade.

Iwazaru – Não falar para não negativar, usando palavras e expressões ditas na hora da aflição, causando maior purificação e assustando as pessoas que, por não entender, poderão causar a própria dificuldade na compreensão maior. Em vez de falar, usar o pensamento na luz para transmitir tudo aquilo que chega através da intuição, corrigindo e consertando pela Galáxia para um bom entendimento.

Obs.: Toda vez que negativar, por ver, por ouvir ou por falar, é preciso limpar, cortando, quebrando e queimando toda e qualquer energia negativa que se formou e alterou a sua energia do corpo físico, etérico e astral. Após ter feito a limpeza, é preciso passar a Revelação Divina em pensamento na luz para a perfeita compreensão.


Por Cristina Tanaka

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Umbanda Não é Circo!



Salve os fios, salve todo esse povo

Sabe fios, esses dias eu tava pensando. Pensando na Umbanda, em como a Umbanda é iluminada. Tava pensando também em como a Umbanda recebe todos que chegam até ela, seja para seguir seus preceitos ou para só receberem uma ajuda imediata. Também recebe de braços abertos os curiosos e os descrentes. Muitos vão até os guias só para ver como é ou para verem se é de verdade. Não trazem nada de bom, nem levam nada consigo. É só para xeretar memo. Quando se cansam dos espaços de lazer das cidades,muitos resolvem ir até a Umbanda, prá ver como que é. Sabe, fios, qualquer dia desses vão fazer até excursão prá terreiro, se é que já não fazem, anunciando as "atrações" da noite.

Tô até imaginando: Não perca!!! Nessa noitre no terreiro, ele com sua capa preta, apresentação única e exclusiva do Exu tal... Chêgo até a achar graça nisso, num é memo, fio??? Mas brincadeira tem limite.

E já passou da hora de cada um que tem a Umbanda no seu coração, que é um religioso da Umbanda dizer um basta e mostrar pros curiosos que Umbanda não é circo!!!

Umbanda não é brincadeira, fio. Se quer visitar o terreiro só por curiosidade, que seja bem vindo, mas tenha respeito! E o respeito quem é que impõe? São os fios da Umbanda.

São os fios que primeiro respeitam o terreiro, respeitam o espaço sagrado, respeitam os guias, respeitam a sua fé e a sua crença para depois darem o exemplo de como os curiosos devem se comportar.

A umbanda não impõe nada, não cobra nada e abre os abraços a todos. Os fios devem entender toda a liberdade dessa religião e devem desfrutar da mesma com amor e muito respeito, ensinando prá quem não sabe que umbanda é religião, portanto deve ser tratada como tal.

Bom, meus fios, são só umas palavras simples prôs fios pensarem.

Com todo amor e respeito...

Na fé de nosso senhor Jesus Cristo...

Vovó Maria Redonda.

Fonte: http://pretavelhamariaredonda.blogspot.com

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Aprendendo a Perdoar



"Se perdoardes aos homens as faltas que eles fazem contra vós, vosso Pai celestial vos perdoará também vossos pecados, mas se não perdoardes aos homens quando eles vos ofendem, vosso Pai, também, não vos perdoará os pecados."

(O Evangelho segundo o Espiritismo - Cap. X, Item 2)


Nosso conceito de perdão tanto pode facilitar quanto limitar nossa capacidade de perdoar. Por possuirmos crenças negativas de que perdoar é "ser apático" com os erros alheios, ou mesmo, é aceitar de forma passiva tudo o que os outros nos fazem, é que supomos estar perdoando quando aceitamos agressões, abusos, manipulações e desrespeito aos nossos direitos e limites pessoais, como se nada tivesse acontecendo.

Perdoar não é apoiar comportamentos que nos tragam dores físicas ou morais, não é fingir que tudo corre muito bem quando sabemos que tudo em nossa volta está em ruínas. Perdoar não é "ser conivente" com as condutas inadequadas de parentes e amigos, mas ter compaixão, ou seja, entendimento maior através do amor incondicional. Portanto, é um "modo de viver".

O ser humano, muitas vezes, confunde o "ato de perdoar" com negação dos próprios sentimentos, emoções e anseios, reprimindo mágoas e usando supostamente o "perdão" como desculpa para fugir de realidade que, se assumida, poderia como conseqüência alterar toda uma vida de relacionamento.

Uma das ferramentas básicas para alcançarmos o perdão real é manter-nos a uma certa "distancia psíquica" da pessoa-problema, ou das discussões, bem como dos diálogos mentais que giram de modo constante no nosso psiquismo, porque estamos engajados emocionalmente nesses envolvimentos neuróticos.

Ao desprendermo-nos mentalmente, passamos a usar de modo construtivo os poderes do nosso pensamento, evitando os "deveria ter falado ou agido" e eliminando de nossa produção imaginativa os acontecimentos infelizes e destrutivos que ocorreram conosco.

Em muitas ocasiões, elaboramos interpretações exageradas de suscetibilidade e caímos em impulsos estranhos e desequilibrados, que causam em nossa energia mental uma sobrecarga, fazendo com que o cansaço tome conta do cérebro. A exaustão intima é profunda.

A mente recheada de idéias desconexas dificulta o perdão, e somente desligando-nos da agressão ou do desrespeito ocorrido é que o pensamento sintoniza com as faixas da clareza e da nitidez, no processo denominado "renovação da atmosfera mental".

É fator imprescindível, ao "separar-nos" emocionalmente de acontecimentos e de criaturas em desequilíbrio, a terapia da prece, como forma de resgatar a harmonização de nosso interior.

A qualidade do pensamento determina a "ideação" construtiva ou negativa, isto é, somos arquitetos de verdadeiros "quadros mentais" que circulam sistematicamente em nossa própria órbita áurica. Por nossa capacidade de "gerar imagens" ser fenomenal, é que essas mesmas criações nos fazem ficar presos em "monoidéias". Desejaríamos tanto esquecer, mas somos forçados a lembrar, repetidas vezes, pelo fenômeno "produção/conseqüência".

Desligar-se ou desconectar-se não é um processo que nos torna insensíveis e frios, como criaturas totalmente imperfeitas às ofensas e críticas e que vivem sempre numa atmosfera do tipo "ninguém vai mais me atingir ou machucar". Desligar-se quer dizer deixar de alimentar-se das emoções alheias, desvinculando-se mentalmente dessas relações doentias de hipnoses magnéticas, de alucinações íntimas, de represálias, de desforras de qualquer matriz ou de problemas que não podemos solucionar no momento.

Ao soltar-nos vibracionalmente desses contextos complexos, ao desatar-nos desses fluidos que nos amarram a essas crises e conflitos existenciais, poderemos ter grande chance de enxergar novas formas de resolver dificuldades com uma visão mais generalizada das coisas e de encontrar, cada vez mais, instrumentos adequados para desenvolvermos a nobre tarefa de nos compreender e de compreender os outros.

Quando acreditamos que cada ser humano é capaz de resolver seus dramas e é responsável pelos seus feitos na vida, aceitamos fazer esse "distanciamento" mais facilmente, permitindo que ele se comporte como queira, dando-nos também essa mesma liberdade.

Viver impondo certa "distância psicológica" às pessoas e às coisas problemáticas, seja entes queridos difíceis, seja companheiros complicados, não significa que deixaremos de importar com eles, ou de amá-los ou de perdoar-lhes, mas sim que viveremos sem enlouquecer pela ânsia de tudo compreender, padecer, suportar e admitir.

Além do que, desligamento nos motiva ao perdão com maior facilidade, pelo grau de libertação mental, que nos induz viver sintonizados em nossa própria vida e na plena afirmação positiva de que "tudo deverá tomar o curso certo, se minha mente estiver em serenidade".

Compreendendo por fim que, ao promovermos "desconexão psicológica", teremos sempre mais habilidade e disponibilidade para perceber o processo que há por trás dos comportamentos agressivos, o que nos permitirá não reagir da maneira como fazíamos, mas olhar "como é que está sendo feito" nosso modo de nos relacionar com os outros. Isso nos leva, conseqüentemente, a começar a entender a "dinâmica do perdão".

Uma das mais eficientes técnicas de perdoar é retomar o vital contato com nós mesmos, desligando-nos de toda e qualquer "intrusão mental", para logo em seguida buscar uma real empatia com as pessoas. Deixamos de ser vitimas de forças fora de nosso controle para transformar-nos em pessoas que criticam sua própria realidade de vida, baseadas não nas criticas e ofensas do mundo, mas na sua percepção da verdade e da vontade própria."


Hammed
Livro: Renovando Atitudes
Editora: Boa Nova
Médium: Francisco do Espírito Santo Neto

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Adversários Espirituais


A ação do bem provoca, inevitavelmente, uma reação de violência naqueles que se comprazem no clima da viciação.

O esforço desprendido em favor da mudança emocional e psicológica das criaturas desperta um sentimento de revolta em muitos que se demoram nas licenças perniciosas.

Porque há tentativas em prol de um mundo menos infeliz, surgem movimentos que pretendem manter o estado vigente.
Há mentes que conspiram contra a tua dedicação e fidelidade ao ideal do bem.

Não te causem estranheza as dificuldades que se apresentam ante as tuas disposições de serviço edificante.
São inspiradas e promovidas pelos adversários ocultos, que se atribuem o direito de malsinar e perseguir.

Eles crivam a alma dos que lhe caem em desagrado com as farpas do ódio, gerando, em sua volta, cizânia, mal-estar e antipatia.

Promovem inveja de curso perigoso e estabelecem mal-entendidos de efeitos desagradáveis.

Excitam uns e adormecem outros, enquanto expõem o bom e o belo.

Recorrem a expedientes desonestos, desde que te desanimem o esforço.

Atrevem-se à agressão e armam os insensatos que convivem na mesma faixa vibratória, desejando paralisar-te o trabalho.

São os Espíritos imperfeitos, os impiedosos, que se alimentam dos pensamentos mais sórdidos, vivendo uma psicosfera densa, onde estabelecem o seu campo de ação e aí se movimentam, que se fazem adversários gratuitos.

Respeita-os, sem os recear.

Não sintonizes com os seus ardis, nem reajas pela revolta ou mágoa, a fim de que não sincronizes psiquicamente com eles ou os que se lhes fazem dóceis instrumentos.

O bem dá-te uma couraça de resistência e defesa.

Jesus, por todos os títulos, o Amigo Excelente, foi por eles visitado e, na ignorância em que se debatiam, não tergiversaram em intentar dificultar-Lhe o superior ministério. Como nada podiam conseguir diretamente, não desistiram: insuflaram invejas, ódios, perseguições e desequilíbrios contra o Senhor, que os venceu com o amor transcendente e sublime de que era dotado.


Joanna de Ângelis  - De  “Roteiro de Libertação”, de Divaldo P. Franco, ditado por Diversos Espíritos

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Carnaval é Tempo de Festa ou Reflexão?



CARNAVAL E A UMBANDA 

"No período de carnaval, muitas pessoas acabam expondo tendências de cunho negativo e os desejos mais ocultos, desrespeitando-se moralmente para satisfazer prazeres carnais sem limites. Através do alcoolismo, consumos de drogas e libertinagem, o campo vibratório destas pessoas torna-se propício à atuação dos kiumbas (espíritos obsessores e zombeteiros). Por esse motivo, nos dias que antecedem ao carnaval, os umbandistas fazem firmezas de Exus a fim de fortalecerem-se contra a ação desses obsessores. Os guardiões têm por função impedir que essas energias invadam o espaço daqueles que não comungam com tais comportamentos. Os umbandistas não estão proibidos de brincar o carnaval, mas se faz necessário que tenham responsabilidade consigo mesmos. Afinal, nosso corpo é o primeiro templo".

Por Arashákamá


Carnaval é tempo de festa ou reflexão?

Muitos espíritas ingenuamente julgam que a participação nas festas carnavalescas não acarreta nenhum mal a integridade psico-espiritual. E de fato não haveria prejuízo se todos brincassem num clima sadio, de legitima confraternização. Infelizmente, porém, a realidade é bem diferente. O Espiritismo esclarece que a humanidade está o tempo todo em companhia de legiões de seres invisíveis recebendo boas e más influências a depender da faixa de sintonia em que se encontre cada indivíduo. Essa massa de espíritos inferiores aumenta consideravelmente nos dias de realização de festas pagãs, como é o Carnaval.

Nessas ocasiões, como grande parte das pessoas se dá aos exageros de toda sorte, as influências nefastas se intensificam e muitos dos encarnados se deixam dominar por espíritos maléficos, ocasionando os tristes casos de violência criminosa, como os homicídios e suicídios, além dos desvarios sexuais que levam à paternidade e maternidade irresponsáveis.

O Carnaval, conforme os conceitos de Bezerra de Menezes, é festa que ainda guarda vestígios da barbárie e do primitivismo que ainda reina entre os encarnados, marcado pelas paixões do prazer violento. A folia já foi um dia a comemoração dos povos guerreiros festejando vitórias; foi reverência coletiva ao deus Dionísio, na Grécia clássica, quando a festa se chamava Bacanalia; na velha Roma dos Césares, fortemente marcada pelo aspecto pagão, foi chamada de Saturnalia onde nessas ocasiões se sacrificava uma vítima humana.

Na Idade Média, entretanto, é que a festividade adquiriu o conceito que hoje apresenta: o que de uma vez por ano é lícito enlouquecer, em homenagem aos falsos deuses do vinho, das orgias, dos desvarios e dos excessos. Assim, em três ou mais dias de verdadeira loucura, as pessoas desavisadas, se entregam ao descompromisso, exagerando nas atitudes, ao compasso de sons febris e vapores alucinantes. Está no materialismo, que vê o corpo e a matéria com inicio e fim em si mesmo, a causa de tal desregramento.

Mas, do mesmo modo como se pode ser facilmente dominado pelos maus espíritos quando sintonizados na mesma freqüência de pensamento, também se obtém pelo mesmo processo o concurso dos bons, aqueles que agem a favor dos indivíduos em nome de Jesus. Para isso, basta estar predisposto a suas orientações, atentos ao aviso de "orar e vigiar" que o Cristo deixou há dois mil anos, através do cultivo de atitudes salutares, como a prece e a prática da caridade desinteressada.

Como o imperativo maior dos espíritos é a Lei de Evolução, um dia todas essas manifestações ruidosas que marcam o estágio de inferioridade tendem a desaparecer da Terra. Em seu lugar, então, deve predominar a alegria pura, a jovialidade, a satisfação com o homem despertando para a beleza e a arte, sem agressão nem promiscuidade.

Por maior que seja a fé de um ser diante de festas como o Carnaval, os riscos de contrariedades e aborrecimentos são muito grandes e para isso é preciso redobrar a vigilância pois como disse o apóstolo Paulo: "Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém.

Autor:   Texto editado da Revista Visão Espírita.   “O Espírita e o Carnaval” de Pedro Fagundes Azevedo

Ouça os Pontos da Linha de Esquerda da Umbanda

A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho. Caboclo Índio Tupinambá.

Caboclo Índio Tupinambá

Caboclo Índio Tupinambá
"...Onde quer que Você esteja... meu Menino... Estarei Sempre com Você... Anauê!"

Luz Crística

Pense Nisso...

"Estudo, requer meditação. A meditação leva a conclusões. E as conclusões fazem com que as pessoas modifiquem os seus hábitos e suas atitudes" – Dr. Hermann (Espírito) por Altivo Pamphiro (Médium)

Obras Básicas da Doutrina Espírita - Pentateuco Espírita

O Livro dos Espíritos - Contendo os princípios da Doutrina Espírita sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da humanidade – segundo o ensinamento dos Espíritos superiores, através de diversos médiuns, recebidos e ordenados por Allan Kardec. O Livro dos Médiuns - Contendo os ensinamentos dos Espíritos sobre a teoria de todos os gêneros de manifestações, os meios de comunicação com o Mundo Invisível, o desenvolvimento da mediunidade, as dificuldades e os escolhos que se podem encontrar na prática do Espiritismo. Em continuação de "O Livro dos Espíritos" por Allan Kardec. O Evangelho segundo o Espiritismo - Com a explicação das máximas morais do Cristo em concordância com o Espiritismo e suas aplicações às diversas circunstâncias da vida por Allan Kardec. Fé inabalável só é a que pode encarar a razão, em todas as épocas da Humanidade. Fé raciocinada é o caminho para se entender e vivenciar o Cristo. O Céu e o Inferno - Exame comparado das doutrinas sobre a passagem da vida corporal à vida espiritual, sobre as penalidades e recompensas futuras, sobre os anjos e demônios, sobre as penas, etc., seguido de numerosos exemplos acerca da situação real da alma durante e depois da morte por Allan Kardec. "Por mim mesmo juro - disse o Senhor Deus - que não quero a morte do ímpio, senão que ele se converta, que deixe o mau caminho e que viva". (EZEQUIEL, 33:11). A Gênese - Os milagres e a predições segundo o Espiritismo por Allan Kardec. Na Doutrina Espírita há resultado do ensino coletivo e concordante dos Espíritos. A Ciência é chamada a constituir a Gênese de acordo com as leis da Natureza. Deus prova a sua grandeza e seu poder pela imutabilidade das suas leis e não pela ab-rogação delas. Para Deus, o passado e o futuro são o presente.
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