Espiritualizando



Fé Racional

"Em lugar da fé cega que anula a liberdade de pensar, ele diz: Não há fé inquebrantável senão aquela que pode olhar a razão face a face em todas as épocas da Humanidade. À fé é necessária uma base, e essa base é a inteligência perfeita daquilo que se deve crer; para crer não basta ver, é necessário, sobretudo, compreender. A fé cega não é mais deste século; ora, é precisamente o dogma da fé cega que faz hoje o maior número de incrédulos, porque ela quer se impor e exige a adição de uma das mais preciosas faculdades do homem: o raciocínio e o livre arbítrio." (O Evangelho Segundo o Espiritismo.)

Espiritualize-se...

Sábio é aquele que a tudo compreende e nada ignora. Deus não impôs aos ignorantes a obrigação de aprender, sem antes ter tomado dos que sabem o juramento de ensinar.

Nenhum mistério resiste à fragilidade da Luz. Conhecer a Umbanda é conhecer a simplicidade do Universo.



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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Hoje é Dia de Marinheiro na Umbanda - Dia 13 de Dezembro - Dia do Marinheiro



 


Dia 13 de Dezembro Dia dos Marinheiros Encarnados, aproveitamos para homenagear os nossos amigos da Linha de Marinheiros, amigos espirituais que sempre estão dispostos a nos ajudar! Salve a Marujada!


A Linha dos Marinheiros da Umbanda engloba espíritos que trabalham no auxílio a encarnados e desencarnados, a partir do seu magnetismo aquático e de seus conhecimentos sobre a manipulação do Mistério das Águas. Nela se apresentam espíritos que em últimas encarnações foram marinheiros de fato, navegadores, oficiais, pescadores, povos ribeirinhos, canoeiros, ex-piratas etc. É o arquétipo do homem litorâneo, daquele que sobrevive do mar e dos rios.

A Linha dos Marinheiros tem a Regência direta dos Orixás Yemanjá e Omolu. Yemanjá rege “a parte de cima” do mar e Omolu rege “a parte de baixo”. Yemanjá rege o mar (“calunga grande”) e dá sustentação e amparo aos espíritos que nele viveram de forma positiva, extraindo de suas águas recursos para alimentar vidas. Omolu rege a terra (“calunga pequena”) e sustenta o eterno vai-e-vem das águas. Mas também atrai para os seus domínios os espíritos que se utilizaram do mar de forma negativa, alimentando apenas seus instintos inferiores.

Esta Linha de Trabalho é também chamada de “Povo da Água” e está relacionada a outras Mães das Águas: Oxum (águas doces), Nanã (lagos e lagoas), Yansã (água da chuva). Mas sua principal Regente é Yemanjá.

Os Marinheiros trabalham ainda sob influência das Forças Naturais que enfrentam no mar, tais como: as calmarias (Mistério de Oxalá); os raios (Mistério de Xangô); os tufões (Mistério de Yansã); os bancos de areia (Mistério de Omolu); os sargaços (Mistério de Oxóssi); as correntes marinhas (Mistério de Ogum) etc. Para lidar com essas energias, os Marinheiros precisam do conhecimento e da licença dos Orixás Regentes. Portanto, ser um Marinheiro de Umbanda requer “preparo”!...

Nos Terreiros, a chegada dos Marinheiros traz uma alegria contagiante. Abraçam a todos, brincam com um jeito maroto, gingando pra lá e pra cá, PARECENDO embriagados. Mas NÃO estão embriagados, como se poderia pensar. É o seu magnetismo aquático que os faz ficar “balançando”. Cada elemento tem o seu magnetismo. E os espíritos que se manifestam naquela Irradiação têm magnetismo idêntico. O que faz o mar ondular é o magnetismo característico de Mãe Yemanjá, Regente Divina dessas águas e da Linha dos Marinheiros. Logo, os Marinheiros têm esse magnetismo “ondulante”. Ao incorporar em seu médium, o Marinheiro “bambeia”, ele se movimenta como quem se equilibra no tombadilho de um navio ou de um barco em alto mar. Desta forma, ele libera energias em formas onduladas, é através dos seus “balanços” que lembram os movimentos de uma pessoa embriagada. (Se ficarmos algum tempo no mar, vamos entender melhor isso: ao voltar para terra firme, sentiremos estar “balançando”, “bambeando”, ainda sob o efeito do movimento ondulante do mar.) Os “balanços” dos Marinheiros liberam ondas de forte magnetismo aquático que desagregam acúmulos negativos de origem externa e interna, equilibram nosso emocional e mental e nos dão condições de gerar coisas positivas em nossas vidas. Vale lembrar que as águas simbolizam as nossas emoções e estão ligadas à origem da vida. Nas Giras de desenvolvimento o magnetismo dos Marinheiros é um potente equilibrador emocional do médium, colaborando de forma essencial no processo.

A Linha atua preferencialmente na diluição de cargas trevosas e em trabalhos voltados para a cura emocional do consulente, muitas vezes com a ajuda de seres Elementais da Água que são atraídos com tal propósito. O contato com esses seres realiza uma potente limpeza em nosso campo magnético, uma verdadeira “explosão” de energia equilibradora.

Os Marinheiros são Magos dos Mistérios Aquáticos. Atuam de forma única dentro da Umbanda, na manipulação de energias que nos libertam de bloqueios íntimos e nos dão equilíbrio emocional. Pode parecer pouco, mas hoje a própria ciência analisa e admite os efeitos dos distúrbios emocionais como geradores de várias enfermidades. De modo que a cura emocional é o primeiro grande passo para outras conquistas.

Os Marujos lidam com os consulentes de forma simpática e extrovertida, “quebrando o gelo” e deixando o assistido muito à vontade, o que facilita a recepção dessas energias equilibradoras e curadoras. Sua linguagem é bastante simbólica:

●“o mar”― expressão que usam significando a nossa vida. Quando falam que “o mar tá bravo”, é porque o médium ou o consulente está com dificuldades na vida por não saber lidar com as emoções;

●“barco”― maneira pela qual nos designam (é o próprio médium, é o consulente);

●“Capitão Maior/Capitão do Navio”― expressões para se referirem a Deus. Além dos trabalhos de descarrego e quebra de magias negativas, dão consultas e passes. Costumam ir direto ao ponto, sem rodeios. Mas sabem como falar aos consulentes sem criar um clima desagradável ou de medo. São amigos, trazem uma mensagem de esperança e força. Sempre nos alertam para agir com fé e confiança e desbravar o desconhecido, seja do nosso interior ou do mundo que nos rodeia. Algumas vezes, ao incorporar, os Marinheiros precisam tomar alguma bebida alcoólica para não prejudicar o físico do médium. Como se explica isso?

Acontece que o nosso organismo queima ou consome energia; e o álcool produzido pelos amidos que ingerimos sustenta essa queima. No caso, sem ingerir a bebida, o magnetismo da Entidade absorverá muito do álcool do corpo do médium, prejudicando suas funções. Quando espíritos regidos por magnetismos densos (água, terra e fogo) incorporam, eles precisam ingerir alguma bebida alcoólica, para não consumir aquele álcool do corpo do médium. Caso contrário, irão paralisar o organismo do médium em algumas de suas funções. O uso da bebida dá fluidez e volatilidade às vibrações desses espíritos, expande seus campos magnéticos e possibilita a estabilização e o equilíbrio nas incorporações. Como os Marinheiros vivem na irradiação aquática do mar, quando incorporam, parece-lhes que é o solo que está se movendo. Daí, com funções inversas, o álcool lhes dá estabilidade e equilíbrio para ficarem parados e darem atendimento às pessoas. O álcool tira o equilíbrio de uma pessoa. Mas, assim como o veneno de cobra é o único antídoto contra picadas de cobras, com os Marinheiros a ingestão de bebida alcoólica lhes dá estabilidade. Porém, esse consumo precisará ser controlado e restrito a uma dose mínima! Dentro de um trabalho espiritual, o excesso de bebida nunca se justifica.

O Guia é um espírito que se preparou e obteve a permissão da Lei Divina para vir nos ajudar; é um mago que sabe como manipular os elementos e usa o mínimo necessário, pois não precisa de “quantidade”. Quando há excesso, isso se dá pela ignorância (despreparo), ou então pela vaidade do médium.

(FONTE: “Arquétipos da Umbanda”, Rubens Saraceni, Madras Editora, 2007, páginas 113/115.)

Nomes simbólicos: Martim Pescador, Marinheiro das Sete Praias, João das Sete Ondas, Capitão dos Mares, João da Praia, Zé do Mar, Zé Pescador, João da Marina, Zé da Maré, Antonio das Águas, Zé da Jangada, Seu Antenor, Seu Jangadeiro, João Canoeiro, Zé dos Remos, João do Rio etc.

Dia da semana: A 2ª feira, dia associado à Lua e ao Orixá Yemanjá. Também a 6ª feira, regida por Netuno, planeta relacionado a Yemanjá.

Campo de atuação: Quebra de bloqueios emocionais; equilíbrio das emoções; limpeza energética; quebra de magias negativas.

Ponto de força: A beira-mar; beira dos rios.

Saudação: Salve a Marujada!

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Que Capeta é Esse?




Estes dias ouvi numa rádio um programa religioso de um outro segmento em que um "pastor" conversava com um ex-praticante de Magia Negativa. E os dois iam falando do diabo, falando do capeta, falando do tinhoso e dizendo que o Espiritismo, a Umbanda e o Candomblé servem ao capeta. O ex-mago negativo dizia que trabalhou com mãe menininha, que trabalhou com Chico Xavier, que foi Maçom, foi tudo e que tudo era magia negra. Que todos serviam ao dito cujo.

Eu poderia ficar com raiva, poderia querer processar, poderia querer briga com o tamanho dos absurdos que ouvi.

Mas é tamanha a ignorância, é tamanho o desconhecimento do que está falando, é tão ridículo fazer estas afirmações, que a gente deveria apenas ter dó e ter pena de gente que usa de tais palavras para denegrir as praticas religiosas alheias.


Então não quero mais briga, não quero mais passar raiva, não quero mais confronto quero apenas estar junto de meus irmãos trabalhando o conhecimento, a cultura e a informação que tornam tão ridículas estas afirmações.

Religião do capeta é aquele que precisa do capeta para sobreviver. O "capeta" é alguém contratado para manter vivas as religiões que vivem do exercício de combatê-lo. Elas pagam para o capeta assombrar seus fieis e terem o status de mandá-lo embora.

Religiões que criam o medo em seus fiéis só para poder vender a cura do que eles mesmos criaram.

Discursos teológicos infernais que alimentam o preconceito a ignorância, o separativismo, o sectarismo, e principalmente o medo. Da mesma forma, pela mesma formula, alguns se sentem os heróis os destruidores do mal, os caça capeta por estarem dentro de um contexto em que o capeta é quem arregimenta seus fiéis. Se todos chegam com medo do capeta, então é o capeta que está a seu serviço lhe encaminhando fiéis.

Na Umbanda não temos o capeta, não lutamos contra o capeta e não usamos o capeta para arregimentar fiéis.

Como diria o saudoso Pai Francelino de Xapanã, que negócio é este? Que capeta é este que toda semana é expulso da Igreja e toda semana ele está de volta para ser expulso outra vez.

Que capeta é este?

Eu não sei!!!

Mas se ele existe seu nome deveria ser ignorância, ego, vaidade, cobiça, desamor e etc. Combater isso como um agente externo, pode funcionar de forma temporária.

Todos que estudam um pouquinho mais sobre o ser humano e sua psique sabem que lutar contra a sua sombra só faz ela crescer mais e mais.

Estão surgindo lideres religiosos com sombras gigantes, com sombras cada vez maiores, que exigem deles uma luta constante e ininterrupta. O que é muito desgastante, cansativo e que mais hora, menos hora acaba fugindo ao controle.

Lutar contra a sombra, cria uma dissociação do ser, tudo isso faz parte de nós e deve ser conhecido, assumindo a responsabilidade por nossos atos movidos por nosso amor ou por nosso desamor, por nosso saber ou por nossa ignorância, por nossa fé ou por nossa ilusão. Devemos conhecer nossa sombra e colocar luz acima de nossas trevas. Devemos nos conhecer e curar nossos desequilíbrios, medos e frustrações.

Colocar a culpa no capeta é fácil, no entanto trará muitos problemas para o futuro, pois todos que colocam a “culpa” de seus atos num agente externo estão perdendo a oportunidade de se conhecer e assumir as rédeas de sua vida.

Colocar a culpa em alguém tira de si mesmo a oportunidade única de assumir a responsabilidade por seus atos e distancia a oportunidade de perdoar a si mesmo e perdoar o outro. Por isso ilusão e fanatismo estão sempre de mãos dadas.

Todos que dão a um agente externo o poder de suas vidas estão combatendo a si mesmos eximindo-se da responsabilidade das escolhas que fez e faz na vida. Então tudo que é negativo se torna uma tentação e a única maneira de sobreviver é estar 24 horas em guerra consigo mesmo, a única saída é o fanatismo total. E quem está constantemente em guerra consigo mesmo não consegue perdoar de jeito nenhum quem vive em PAZ. Quem vive em guerra, quem está no inferno quer infernizar a vida de quem vive em PAZ. Então a forma de infernizar é tentar condenar ao inferno todos que não estão no mesmo inferno que eles.

Certa vez li um conto de duas crianças que se embriagaram na adega da família e uma criança embriagada gritava para a outra fazer silencio e assim era a forma delas terem silêncio, na sua embriagues, uma gritando com a outra, este era o seu silêncio. Assim é a paz e o reino dos ignorantes que passam os dias gritando o nome do senhor, expulsando o capeta e mandando embora uma parte de si mesmo que deveria ser conhecida. Estas religiões que vivem de expulsar o capeta devem sobreviver mais uma ou duas gerações. Pois você expulsa o capeta na igreja e ele pega você em casa, pode-se disfarçar e mentir para um pastor. Pode-se enganar uma comunidade, pode-se fingir ser santo para pessoas desconhecidas, mas é impossível fazer isso com seus filhos. A criança sabe se esta religião faz de seus pais pessoas melhores, mais amorosas ou não. E para a criança a única coisa que importa é se seus pais são ou não amorosos.

Haverá uma nova geração, dos filhos de pais que passaram seus dias expulsando o capeta e colocando a culpa de seus atos no diabo, vamos ver como vão crescer estas crianças e quais serão suas escolhas espirituais. Daqui a uns trinta anos veremos o futuro daqueles que lutam contra a própria sombra e tentam assombrar todos que não compartilham da mesma dissociação de identidade.

Por Alexandre Cumino

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Zé Pelintra e a Linha dos Malandros




Nos quatro quantos do mundo, eu vi chover relampiar.
Nos quatro quantos do mundo, eu vi chover relampiar.

Se há demanda na encruza, eu faço ela quebrar.
Se há demanda na encruza, eu faço ela quebrar.

O Madalena, Minha Companheira,…

Ae seu Zé Força e Proteção.


Oração a Zé Pelintra

Salve Deus Pai criador de todo o Universo.

Salve Oxalá Força Divina do Amor, exemplo vivo de abnegação e carinho.

Bendito seja o Senhor do Bonfim.

Salve Zé Pelintra, mensageiro de Luz, guia e protetor de todos aqueles que em nome de Jesus Cristo, praticam a caridade.

Dai-nos Zé Pelintra, o sentimento suave que se chama misericórdia,

Dai-nos o bom conselho,

Dai-nos apoio, instrução espiritual que necessitamos,

Para dar aos nossos inimigos,

O amor e a misericórdia, que lhe devemos pelo amor de Nosso Senhor Jesus Cristo,

Para que todos os homens sejam felizes na terra, e possam viver sem amarguras, sem lágrimas e sem ódios.

Tomai-nos Zé Pelintra sob vossa proteção,  desviai-nos dos espíritos atrasados e obsessores, enviados por nossos inimigos encarnados e desencarnados e pelo poder das trevas.

Iluminai nosso espírito,

Nossa alma,

Nossa inteligência

E nosso coração abrazando-nos na chama do vosso amor por nosso Pai Oxalá.

Valei-nos Zé Pelintra nesta necessidade,  concede-nos a graça do vosso auxílio junto ao Nosso Senhor Jesus Cristo, em favor deste pedido ( faz-se o pedido ).

E que Deus nosso Senhor em sua infinita misericórdia, nos cubra de bênçãos e aumente a vossa luz e vossa força,

Para que mais e mais possa espalhar sobre a terra a caridade de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Força e Proteção…


Assim Seja!

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Hoje é Dia de Iansã na Umbanda - Dia 4 de Dezembro



 


Direção é a arte ou efeito de dirigir, de dar direção, de conduzir com ordenação. O direcionamento é uma das qualidades de Deus, presente e ativo em tudo o que Ele gera e cria, tanto animado quanto inanimado. Mãe Iansã é em si mesma essa qualidade do Divino Criador, ela é o próprio sentido de direção da lei. É a aplicadora da Lei e ordenadora dos seres emocionados, esgotando seus desequilíbrios e vícios, direcionando-os e abrindo-lhes novos campos, por onde evoluirão de forma menos emocional. Mãe Iansã é extremamente ativa, é movimentadora e aplicadora da  Lei nos campos da Justiça. Assim que o ser é purificado de seus vícios, Iansã entra em sua vida redirecionando-o e conduzindo-o a um outro campo, no qual retomará sua evolução. Uma de suas atribuições é colher os seres fora-da-Lei e, com um de seus magnetismos, alterar todo o seu emocional desvirtuado, seu mental e consciência desordenados, para só então redirecioná-los, facilitando sua caminhada pela linha reta da evolução. As energias irradiadas por Iansã densificam o mental, diminuindo seu magnetismo, e estimulam o emocional, acelerando suas vibrações. Com isso, o ser se torna mais emotivo e facilmente redirecionado. Mãe Iansã é a Divindade da Lei cuja natureza é eólica, daí ser chamada de Senhora dos Ventos e das Tempestades. Ela é o vendaval que desaba e a ventania que faz tudo balançar. Ela é o próprio sentido de direção da Lei; é um mistério que só entra na vida de um ser, caso a direção que este esteja dando à sua evolução e à sua religiosidade não siga a linha reta traçada pela Lei Maior. Ela é o ar que areja nosso emocional e nos proporciona um novo sentido da vida e uma nova direção ou meio de vida, renovando a fé na mente e no coração dos seres. A essa Mãe Divina podemos pedir nosso encaminhamento correto no encontro de novos empreendimentos, conhecimentos, religião, processos, novas condições de vida, nos vários campos. Que nossa Mãe Iansã sempre nos proporcione a correta adaptação aos meios onde vivermos.

Nossa Amada Mãe Iansã é a senhora dos ventos; portanto, imaginem uma ventania se direcionando para todos os lados, ora para um, ora para outro lado. Essa energia nós não vemos, mas a sentimos, pois a todo instante também nos direcionamos de um lado para outro. Nossa mãe Iansã é Dona do direcionamento. Ela só entra em nossas vidas, como direcionadora da Lei, caso a direção que estejamos dando à nossa evolução e religiosidade não siga a linha correta traçada pela Lei Maior (Ogum). Quando não é possível reconduzir o ser à linha reta da evolução, uma das Iansãs intermediárias cósmicas, que atuam em seus aspectos negativos, paralisa o ser e o retém em um dos campos de esgotamento mental, emocional e energético, até que ele tenha sido esgotado de seu negativismo e tenha descarregado todo o seu emocional desvirtuado e viciado. A Senhora das Energias Puras Eólicas, nos traz a vida porque sem o ar não viveríamos. Ela nos dá direcionamento, pois sem ele seríamos como um carro sem motorista. Quando ficamos sem saber o que fazer, que rumo tomar, não devemos sentir vergonha de pedir à nossa amada Mãe Iansã, um direcionamento na  vida, principalmente em negócios difíceis de serem resolvidos, nos relacionamentos sentimentais, e em tudo que precisar de um encaminhamento correto. Como Guardiã de um dos Mistérios de Deus, ela anula as injustiças e dilui os acúmulos emocionais. Como Divindade Cósmica, ela têm como atribuição atrair magneticamente os espíritos negativos, recolhê-los em seus domínios e retê-los, até que esgotem seus negativismos, para só devolvê-los às faixas neutras, de onde serão redirecionados para a luz ou para a reencarnação.Como magnetismo aéreo, reflete em nós idealização, lealdade, sustentação, movimentação, circulação, ordenação, segurança, etc. Nossa amada mãe Iansã, eólica por excelência, irradia-se no fogo e no tempo e fixa-se nos cristais, no mineral e na terra. Dilui-se na água e absorve no vegetal. Basta errarmos, para que ela nos envolva em uma de suas espirais, impondo-nos um giro completo e transformador dos nossos sentimentos viciados. A energia básica eólica é fundamental ao arejamento mental e ao equilíbrio emocional das pessoas. Se absorvemos muito dessa energia, tornamo-nos emotivos e “aéreos”, mas se absorvemos pouco, aí nos tornamos densos e bitolados. Ela areja nossa mente, direciona nossa evolução e fortalece nosso sentimento virtuoso.

Iansã é o vendaval que derruba e a ventania que faz tudo balançar. Iansã é a lei atuando no sentido de direcionar os seres que se desequilibram. É a novidade que  renova a Lei na mente e no coração humano; é a busca de melhores condições de vida para os seres".


Fonte: Manual Doutrinário, Ritualístico e Comportamental Umbandista Lurdes de Campos Vieira (Coord.) – Madras Ed.

Ouça os Pontos da Linha de Esquerda da Umbanda

A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho. Caboclo Índio Tupinambá.

Caboclo Índio Tupinambá

Caboclo Índio Tupinambá
"...Onde quer que Você esteja... meu Menino... Estarei Sempre com Você... Anauê!"

Luz Crística

Pense Nisso...

"Estudo, requer meditação. A meditação leva a conclusões. E as conclusões fazem com que as pessoas modifiquem os seus hábitos e suas atitudes" – Dr. Hermann (Espírito) por Altivo Pamphiro (Médium)

Obras Básicas da Doutrina Espírita - Pentateuco Espírita

O Livro dos Espíritos - Contendo os princípios da Doutrina Espírita sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da humanidade – segundo o ensinamento dos Espíritos superiores, através de diversos médiuns, recebidos e ordenados por Allan Kardec. O Livro dos Médiuns - Contendo os ensinamentos dos Espíritos sobre a teoria de todos os gêneros de manifestações, os meios de comunicação com o Mundo Invisível, o desenvolvimento da mediunidade, as dificuldades e os escolhos que se podem encontrar na prática do Espiritismo. Em continuação de "O Livro dos Espíritos" por Allan Kardec. O Evangelho segundo o Espiritismo - Com a explicação das máximas morais do Cristo em concordância com o Espiritismo e suas aplicações às diversas circunstâncias da vida por Allan Kardec. Fé inabalável só é a que pode encarar a razão, em todas as épocas da Humanidade. Fé raciocinada é o caminho para se entender e vivenciar o Cristo. O Céu e o Inferno - Exame comparado das doutrinas sobre a passagem da vida corporal à vida espiritual, sobre as penalidades e recompensas futuras, sobre os anjos e demônios, sobre as penas, etc., seguido de numerosos exemplos acerca da situação real da alma durante e depois da morte por Allan Kardec. "Por mim mesmo juro - disse o Senhor Deus - que não quero a morte do ímpio, senão que ele se converta, que deixe o mau caminho e que viva". (EZEQUIEL, 33:11). A Gênese - Os milagres e a predições segundo o Espiritismo por Allan Kardec. Na Doutrina Espírita há resultado do ensino coletivo e concordante dos Espíritos. A Ciência é chamada a constituir a Gênese de acordo com as leis da Natureza. Deus prova a sua grandeza e seu poder pela imutabilidade das suas leis e não pela ab-rogação delas. Para Deus, o passado e o futuro são o presente.
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